Marcelo.Deixei Thalia no quarto e voltei para a cozinha. Minha mente ainda estava enevoada depois do que acabara de acontecer. Ela havia sonhado comigo, a fodendo! Agora eu entendia sua expressão de prazer quando cheguei no quarto, acreditando que ela estaria passando mal. Aposto que estava tão molhada depois do sonho erótico que teve, que eu daria tudo para secá-la com a minha língua. Eu estava dando tudo de mim para não focar em sexo, pois queria construir uma relação com Thalia que não se baseasse nisso, mas estava cada dia mais difícil.O momento que tivemos ontem e que nos fez parar em uma delegacia mostrava que tínhamos muita química. Que, se investisse, ela cederia e acabaríamos na cama, transando como loucos. Todavia, Thalia já havia caído nas garras de um homem que só pensava em sexo e estava machucada. Diego a feriu da pior forma porque a fez se sentir ingênua e tola. Ele a enganou só para tirar sua virgindade, por puro egoísmo. E, para piorar sua situação, acabou gerando u
Marcelo. Passei a mão no rosto e suspirei, levantando-me em seguida. Coloquei a mão em minha virilha e apertei meu pau. Ele estava tão duro e doía. A merda da minha mente pervertida havia visualizado várias maneiras de foder Thalia nessa cozinha. Começaria por colocá-la sobre a mesa, ergueria o seu vestido, rasgaria sua calcinha e devoraria sua boceta gostosa e virgem. Merda! Isso era o mais afrodisíaco para mim.Ela era virgem e eu estava louco para lhe mostrar o verdadeiro prazer que uma boa chupada pode dar. Depois enfiaria meus dedos e a faria gozar na minha mão, com meus olhos fixados em sua expressão de deleite e prazer, para em seguida comê-la bem gostoso. Iria me fartar tanto nela e a faria gozar tantas vezes que Thalia desmaiaria. Ficaria satisfeita e esgotada de tanto que eu a foderia duro e selvagemente.Balancei a cabeça tentando pensar em coisas que fizessem minha ereção baixar, mas tudo foi por água abaixo quando Thalia chegou por trás de mim e me chamou. Sua voz doce m
Thalia.Marcelo surgiu na cozinha já vestido em seu terno caro. O perfume que usava tomou conta do cômodo e quase gemi com o delicioso aroma. Além de lindo e gostoso, o cara era cheiroso. Minha florzinha bateu palmas e gritou de alegria. Queria estar com ele na hora em que encontrou minha calcinha de renda ao lado de sua mochila.Eu queria provocá-lo, confirmar que me desejava e que nosso beijo ontem foi real, algo desejado por ele, e não um impulso de momento. E, pela sua demora ao tomar banho, eu já sabia a resposta. Marcelo estava se tocando por mim. Tinha gozado com a minha calcinha em sua mão, eu acreditava fielmente nisso e daria tudo para poder ver a cena.— Nossa, você demorou. Estava fazendo o número dois, não era? — Brinquei, o deixando com vergonha.— Não há filtro dentro dessa cabecinha, não é? — Se aproximou e me deu um beijo na cabeça.— Filtro? O que é isso, é para comer?Marcelo caiu na risada.— Cada dia eu fico mais encantado pela forma leve, e divertida, com que voc
Thalia Marcelo me deitou sobre a mesa, ergueu o meu vestido, abriu minhas pernas e depositou um beijo em minha vagina ainda coberta pela calcinha de renda vermelha.— Caralho, eu quero essa calcinha para mim. A deixarei em meu bolso para bater uma sempre que o tesão voltar.— Mas... Ahhh... — gritei quando ele me deu um tapa bem sobre meu clitóris, que enviou choque por todo meu corpo, e depois o beliscou sobre a calcinha.— Vou chupar essa boceta com tanta vontade, comê-la com tanto gosto, que cada passo que der hoje sentirá como se eu ainda estivesse te comendo.— Sim, por favor. — pedi, rebolando e querendo aplacar o pulsar que me consumia. Minha vagina queimava e meu clitóris pulsava e doía a cada lambida que Marcelo me dava, e ele nem havia tirado a minha calcinha.Marcelo segurou as laterais da peça e a retirou do meu corpo. Colocou a cabeça entre as minhas pernas, depois me lambeu, soprou e, por fim, começou a me chupar como se o mundo fosse acabar a qualquer momento. Agarrei s
Marcelo.Entrei no carro e bati a porta com força, xingando a mim mesmo por ser tão emocionado e me deixar atingir por algo besta. Soquei o volante quando as palavras Thalia vieram à minha mente.“Não estamos namorando, Marcelo, só nos demos prazer, não há motivos para haver ciúmes.”Soquei o volante mais uma vez, fervendo de raiva e, ao mesmo tempo, frustrado por me deixar ser tão afetado por ela. Sim, não temos nada além de uma bonita amizade, uma que se construiu em poucos dias.Mas que merda, eu estava com a minha cabeça enterrada entre suas coxas, com o meu pau entre seus seios gostosos e quase desfaleci após gozar como um louco e ela me solta uma dessa? Eu sou o quê? Um pau, amigo? Um objeto que ela usa, goza e depois descarta? Inferno, Thalia! Coloquei a cabeça no volante. Eu me apeguei a ela e pensar que posso ser algo passageiro para ela é angustiante. Thalia é a mulher que qualquer homem anseia ter em sua vida. Linda, gostosa, engraçada, leve, gentil, simpática e inteligent
Marcelo.— Sim, eu sei, e não, não quero ser assaltado de novo. — Estremeci ao me lembrar do fatídico dia.Esse fato ocorreu há uns dois anos e quem me salvou foi Mariah. Havia sido esfaqueado durante o assalto e casou de ela estar passando pelo local e me ver. Mariah também é médica, ginecologista obstetra, e prestou os primeiros socorros até a ambulância chegar. A facada havia pegado na lateral da barriga e eu poderia vir a falecer se ela não tivesse aparecido e contido o sangramento.— Mas o que está fazendo aqui? — Cumprimentei os seguranças e a recepcionista.— Vim conversar com você. E te bater por ter desligado o celular na minha cara. — Deu um soco em meu braço. Estávamos parados diante das portas do elevador, esperando elas se abrirem para entrarmos.— Precisei fazer isso. — Entramos no elevador. — Estava resolvendo um assunto importante. — Apertei o botão. As portas se fecharam e o elevador começou a subir. Iríamos para o sexto andar.— Sim, eu sei, é muito importante gozar
Marcelo.— Eu conheci a Thalia no hospital no dia em que fui conhecer seu filho, Mateus. — Olhei para o meu irmão.Ele havia se sentado na cadeira vaga ao lado de Catarina.— Ela estava passando mal, então a ajudei.— Um bom samaritano? — Meu irmão debochou e eu lhe dei o dedo.Algo muito maduro, eu sei.— Por que não a levou para ser atendida por um médico ou enfermeiro? — questionou minha prima.Soltei um suspiro, eu queria fazer isso, mas a teimosa da Thalia não aceitou.— Ela havia acabado de sair de uma consulta médica e se recusou a voltar para a sala do médico que a havia atendido. Então, apenas a auxiliei para que não desmaiasse e algo mais grave acontecesse. — Isso foi gentil da sua parte, mano. Mamãe sempre nos ensinou a ajudar e respeitar o próximo. — Podia sentir o orgulho na voz de meu irmão.Assenti e meus olhos focaram em Catarina. Ela era mais arredia, desconfiada, então eu sabia que iria tirar tudo que pudesse de mim para ter a certeza de que eu não havia caído em u
Marcelo.— Sei disso e preciso contar a verdade, mas estamos nos dando tão bem e construindo uma linda amizade que agora temo que se afaste quando souber a verdade. Thalia não se permite ser ajudada, ela acha que precisa lidar com tudo sozinha. Não é uma aproveitadora, mas pensa que é se aceitar algo. Saber que sou o dono do hotel pode fazer com que se afaste e não quero ficar longe dela.— Isso é fodido, irmão. — Concordei com um meneio de cabeça.— Sei que devia ter sido honesto desde o início, mas agora... — me calei. Estava em conflito interno e temia perder Thalia. Eu havia me apegado a ela e só a possibilidade de não a ter mais me sufocava.— Não acredito que ela vá deixá-lo. — Minha prima tentou ser positiva. — Se Thalia é como diz, irá entender. Você não a enganou, apenas deixou as coisas seguirem seu rumo. Ela perguntou em que você trabalhava? — Neguei com a cabeça. — Então, se ela tivesse perguntado, você teria dito.— Sim, mas também poderia ter dito quando a encontrei no