Thalia.Finalizei a ligação para Vivian assim que a viatura parou em frente à delegacia. Ela me disse que entraria em contato com Arthur. Marcelo também já havia ligado para seu advogado, ele iria nos encontrar aqui.O guarda que nos atuou abriu a porta para descermos. Marcelo desceu primeiro e depois estendeu a mão, ajudando-me a sair do carro. Ao estar do lado de fora do automóvel, projetei meu corpo para trás do de Marcelo, na tentativa de me proteger e me esconder da vergonha, ao mesmo tempo. O outro policial se aproximou e nos mandou seguir para dentro da delegacia. Lá, encontramos alguns delinquentes algemados e mais alguns policiais. Ele seguiu para dentro da delegacia e nos levou direto para a sala do delegado. Bateu na porta e depois a abriu quando a autoridade maior daquele lugar o mandou entrar.— Senhor, detivemos esses dois indivíduos por ato obsceno. Eles estavam transando em rua pública.— Não estávamos transando na rua! — Marcelo nos defendeu. Ele apertava a minha mão
Thalia.Ao chegarmos ao lado oeste da delegacia, Garcia me empurrou e me prendeu contra a parede.— Se for boa comigo, não te farei mal. — Seu sorriso me deu nojo. Sua mão pousou no meu peito direito e fui tomada por uma onda nauseante. Tive que me esforçar para não vomitar sobre ele.— Posso deixar você e aquele mauricinho do seu namorado livres e sem processo algum se me chupar como a boa vadia que é. Poderia te foder e mostrar como um homem de verdade come uma mulher como você, mas não temos tempo. — Meus olhos queimavam e as lágrimas caíam livres.Quantas mulheres ele não já havia submetido a isso com a esperança de salvar quem elas amavam da cadeia? Mas ele não detinha esse poder, era somente mais um policial, quem ditava as ordens era o delegado. Agora eu conseguia pensar direito e buscaria um jeito de fugir dele.— Seja uma cadelinha obediente e mame o meu pau.Nojo, foi o que senti diante de suas palavras sujas. Da sua boca só saíam coisas nojentas.Ele era nojento.
Thalia Nós nos viramos e seguimos para fora da delegacia. Já estava alcançando os degraus quando Vivian surgiu em meu campo de visão, correndo e sendo seguida por seu marido.— Ai, meu Deus, amiga. — Me abraçou. Apertei meus braços ao redor de seu corpo magro e desfrutei de seu abraço reconfortante.— Vim o mais rápido que pude. — Tocou meu rosto e me deu mais um abraço.— Obrigada, tudo já está resolvido. — Afastei-me e olhei para Marcelo, que assentiu.— Como você está? — perguntou, segurando minha mão esquerda. Ela me abraçava de lado.Seguimos em direção ao carro e comecei a relatar tudo o que passei nas últimas horas. Vivian quase entrou na delegacia só para socar a cara do policial que me atacou.— Eu quero matá-lo. — grunhiu.— Digo o mesmo. Perderia meu réu primário com alegria se pudesse enviar aquele miserável para o inferno. — Marcelo seguia furioso.— Já passou, não quero mais pensar nisso. Quero apenas um banho, comer e dormir.— Céus, você deve estar a ponto de desmaiar
Thalia — Sobre o nosso beijo...— Não vamos pensar nisso, em nada, na verdade. Vamos entrar, comer algo e dormir. Amanhã é um novo dia.Fiz um gesto afirmativo com a cabeça e abri a porta. Entramos e Marcelo foi direto para a cozinha. Olhei para ele, mexendo na minha geladeira, pegando ingredientes para fazer sanduíches e sucos, e meu coração galopou no peito.Marcelo parecia pertencer àquele lugar, parecia fazer parte da minha vida há anos e não um estranho que conheci há poucos dias. Como isso era possível? Eu não fazia ideia, mas parecia certo e era bom. Muito bom mesmo.Inspirei profundamente e segui para o meu quarto. Ao entrar no cômodo, joguei a bolsa sobre a poltrona e fui direto para o banheiro. Tomei um banho revigorante, sentindo a água morna relaxar meus músculos tensos. Minutos depois, saí do banheiro e peguei um conjunto de pijama: uma calça e uma blusa de alças estilo batinha. O tecido era leve e fresco, proporcionando um conforto ideal tanto para dormir quanto para fi
Thalia.Gemi e esfreguei minha bunda na coisa dura que a cutucava. Uma mão circulou minha cintura e meu quadril foi para frente quando meu traseiro foi empurrado. Abri as pernas, querendo que aquela coisa grande fosse para outro lugar, um que pulsava e doía sem controle algum.— Marcelo... — gemi e, no mesmo instante, os movimentos pararam.— Não. — Choraminguei, me virando e ficando com as costas na cama.— Merda, me desculpe, Thalia.Marcelo pulou da cama e colocou uma boa distância entre nós. Seu pênis estava tão duro que era impossível de esconder. Ele estava com uma barraca armada nas calças e eu queria aquela coisa grande e apetitosa toda dentro de mim.— Não faça isso, volta aqui. — Estiquei a mão.— Não! Eu... Eu perdi a cabeça e me deixei levar, me perdoe. Estava sonhando e acabei ficando duro, mas isso logo passará.Sentei-me e bufei, frustrada.— Está tudo bem, Marcelo, estava bom e, se continuasse, eu não iria reclamar. — Sorri, maliciosa, sem conseguir impedir meus olhos
Thalia Busquei por um pouco de ar e ergui a cabeça ao ouvir um arfar tão alto que preencheu o quarto. Marcelo estava diante de mim, parado na porta, com um copo de água nas mãos e o pau duro esticando a bermuda.— Marcelo... — chamei e ele piscou várias vezes.Ao sair do transe, colocou o copo sobre a cômoda e, em dois passos, me alcançou na cama. Arreganhou as minhas pernas e tomou meu sexo em sua boca faminta.— Ahhh... — gritei, me jogando para frente e agarrando sua cabeça.Seus lábios se fecharam em meu clitóris e o sugaram. Revirei os olhos e caí na cama, me contorcendo toda.— Marcelo, Marcelo, Marcelo. — Gritei seu nome, sentindo mais um orgasmo se aproximar.Ele enfiou dois dedos em mim e pulei, mas apertou meu quadril, me mantendo na cama, e seguiu trabalhando em minha vagina sem pausa ou descanso. Os estímulos eram tantos que sentia minha mente fora de órbita. Eu agarrava o lençol, quase o rasgando, e meu ventre se contraía a ponto de doer.Marcelo seguiu me fodendo com os
Thalia.— Ahhh... — gemi em tom baixo quando Marcelo tocou entre as minhas pernas e as abri, querendo mais de seu toque. Ele era maravilhoso e estava me dando tanto prazer.— Thalia. Thalia? — chamou meu nome e apenas resmunguei, perdida nas sensações que me tomavam.— Thalia! — ele tornou a me chamar, mas não queria que me chamasse e sim me fizesse gozar.Estava tão perto...— Hum — resmunguei ou gemi, não sei ao certo.— Thalia, acorda! — Marcelo me chacoalhou e abri os olhos, sendo presenteada com seu belo rosto diante dos meus olhos.— O quê? — gritei, bufando em seguida e deixando clara a minha frustração.— Você está bem? — Sua expressão era preocupada. Retirou as mãos dos meus braços e afastou-se, sentando-se na cama. — Sim, por quê? — Me sentei e bocejei.Ergui os braços, levando-os ao rosto e esfreguei os olhos. O quarto estava claro e olhei na direção da janela, percebendo já ser tarde, pois o sol brilhava forte no céu.— Pensei que estivesse passando mal. Você... Bom... —
Thalia Sentei-me na cama e Marcelo parou de rir e ficou sério.— Não me aproveitaria da sua fragilidade para te seduzir e conseguir sexo, Thalia. Assim que adormeceu, deixei-a descansar confortavelmente e fui dormir no sofá.Arregalei os olhos.— O quê? Não dormiu comigo? — A situação só piorava.Negou com a cabeça, com um sorriso discreto ainda em seus lábios grossos.Ele tinha um sorriso cafajeste bonito. Tudo nele era bonito. Duvidava que Marcelo fosse feio, até fazendo o número dois.Mordi o lábio para não rir do meu pensamento e parecer ainda mais doida. Imagino a Márcia sensitiva naquele meme gritando para mim nesse exato momento: para de ser doida! — Não. Queria que dormisse tranquila, que tivesse um bom descanso e isso só seria possível se estivesse sozinha na cama. — Falou ao sentar ao meu lado.— Eu dormiria tranquila mesmo se estivesse dormindo comigo. — murmurei.A risada que saiu de seus lábios foi alta.— Você é espaçosa, Thalia. Iria me derrubar da cama se eu dormisse