Thalia Nós nos viramos e seguimos para fora da delegacia. Já estava alcançando os degraus quando Vivian surgiu em meu campo de visão, correndo e sendo seguida por seu marido.— Ai, meu Deus, amiga. — Me abraçou. Apertei meus braços ao redor de seu corpo magro e desfrutei de seu abraço reconfortante.— Vim o mais rápido que pude. — Tocou meu rosto e me deu mais um abraço.— Obrigada, tudo já está resolvido. — Afastei-me e olhei para Marcelo, que assentiu.— Como você está? — perguntou, segurando minha mão esquerda. Ela me abraçava de lado.Seguimos em direção ao carro e comecei a relatar tudo o que passei nas últimas horas. Vivian quase entrou na delegacia só para socar a cara do policial que me atacou.— Eu quero matá-lo. — grunhiu.— Digo o mesmo. Perderia meu réu primário com alegria se pudesse enviar aquele miserável para o inferno. — Marcelo seguia furioso.— Já passou, não quero mais pensar nisso. Quero apenas um banho, comer e dormir.— Céus, você deve estar a ponto de desmaiar
Thalia — Sobre o nosso beijo...— Não vamos pensar nisso, em nada, na verdade. Vamos entrar, comer algo e dormir. Amanhã é um novo dia.Fiz um gesto afirmativo com a cabeça e abri a porta. Entramos e Marcelo foi direto para a cozinha. Olhei para ele, mexendo na minha geladeira, pegando ingredientes para fazer sanduíches e sucos, e meu coração galopou no peito.Marcelo parecia pertencer àquele lugar, parecia fazer parte da minha vida há anos e não um estranho que conheci há poucos dias. Como isso era possível? Eu não fazia ideia, mas parecia certo e era bom. Muito bom mesmo.Inspirei profundamente e segui para o meu quarto. Ao entrar no cômodo, joguei a bolsa sobre a poltrona e fui direto para o banheiro. Tomei um banho revigorante, sentindo a água morna relaxar meus músculos tensos. Minutos depois, saí do banheiro e peguei um conjunto de pijama: uma calça e uma blusa de alças estilo batinha. O tecido era leve e fresco, proporcionando um conforto ideal tanto para dormir quanto para fi
Thalia.Gemi e esfreguei minha bunda na coisa dura que a cutucava. Uma mão circulou minha cintura e meu quadril foi para frente quando meu traseiro foi empurrado. Abri as pernas, querendo que aquela coisa grande fosse para outro lugar, um que pulsava e doía sem controle algum.— Marcelo... — gemi e, no mesmo instante, os movimentos pararam.— Não. — Choraminguei, me virando e ficando com as costas na cama.— Merda, me desculpe, Thalia.Marcelo pulou da cama e colocou uma boa distância entre nós. Seu pênis estava tão duro que era impossível de esconder. Ele estava com uma barraca armada nas calças e eu queria aquela coisa grande e apetitosa toda dentro de mim.— Não faça isso, volta aqui. — Estiquei a mão.— Não! Eu... Eu perdi a cabeça e me deixei levar, me perdoe. Estava sonhando e acabei ficando duro, mas isso logo passará.Sentei-me e bufei, frustrada.— Está tudo bem, Marcelo, estava bom e, se continuasse, eu não iria reclamar. — Sorri, maliciosa, sem conseguir impedir meus olhos
Thalia Busquei por um pouco de ar e ergui a cabeça ao ouvir um arfar tão alto que preencheu o quarto. Marcelo estava diante de mim, parado na porta, com um copo de água nas mãos e o pau duro esticando a bermuda.— Marcelo... — chamei e ele piscou várias vezes.Ao sair do transe, colocou o copo sobre a cômoda e, em dois passos, me alcançou na cama. Arreganhou as minhas pernas e tomou meu sexo em sua boca faminta.— Ahhh... — gritei, me jogando para frente e agarrando sua cabeça.Seus lábios se fecharam em meu clitóris e o sugaram. Revirei os olhos e caí na cama, me contorcendo toda.— Marcelo, Marcelo, Marcelo. — Gritei seu nome, sentindo mais um orgasmo se aproximar.Ele enfiou dois dedos em mim e pulei, mas apertou meu quadril, me mantendo na cama, e seguiu trabalhando em minha vagina sem pausa ou descanso. Os estímulos eram tantos que sentia minha mente fora de órbita. Eu agarrava o lençol, quase o rasgando, e meu ventre se contraía a ponto de doer.Marcelo seguiu me fodendo com os
Thalia.— Ahhh... — gemi em tom baixo quando Marcelo tocou entre as minhas pernas e as abri, querendo mais de seu toque. Ele era maravilhoso e estava me dando tanto prazer.— Thalia. Thalia? — chamou meu nome e apenas resmunguei, perdida nas sensações que me tomavam.— Thalia! — ele tornou a me chamar, mas não queria que me chamasse e sim me fizesse gozar.Estava tão perto...— Hum — resmunguei ou gemi, não sei ao certo.— Thalia, acorda! — Marcelo me chacoalhou e abri os olhos, sendo presenteada com seu belo rosto diante dos meus olhos.— O quê? — gritei, bufando em seguida e deixando clara a minha frustração.— Você está bem? — Sua expressão era preocupada. Retirou as mãos dos meus braços e afastou-se, sentando-se na cama. — Sim, por quê? — Me sentei e bocejei.Ergui os braços, levando-os ao rosto e esfreguei os olhos. O quarto estava claro e olhei na direção da janela, percebendo já ser tarde, pois o sol brilhava forte no céu.— Pensei que estivesse passando mal. Você... Bom... —
Thalia Sentei-me na cama e Marcelo parou de rir e ficou sério.— Não me aproveitaria da sua fragilidade para te seduzir e conseguir sexo, Thalia. Assim que adormeceu, deixei-a descansar confortavelmente e fui dormir no sofá.Arregalei os olhos.— O quê? Não dormiu comigo? — A situação só piorava.Negou com a cabeça, com um sorriso discreto ainda em seus lábios grossos.Ele tinha um sorriso cafajeste bonito. Tudo nele era bonito. Duvidava que Marcelo fosse feio, até fazendo o número dois.Mordi o lábio para não rir do meu pensamento e parecer ainda mais doida. Imagino a Márcia sensitiva naquele meme gritando para mim nesse exato momento: para de ser doida! — Não. Queria que dormisse tranquila, que tivesse um bom descanso e isso só seria possível se estivesse sozinha na cama. — Falou ao sentar ao meu lado.— Eu dormiria tranquila mesmo se estivesse dormindo comigo. — murmurei.A risada que saiu de seus lábios foi alta.— Você é espaçosa, Thalia. Iria me derrubar da cama se eu dormisse
Marcelo.Deixei Thalia no quarto e voltei para a cozinha. Minha mente ainda estava enevoada depois do que acabara de acontecer. Ela havia sonhado comigo, a fodendo! Agora eu entendia sua expressão de prazer quando cheguei no quarto, acreditando que ela estaria passando mal. Aposto que estava tão molhada depois do sonho erótico que teve, que eu daria tudo para secá-la com a minha língua. Eu estava dando tudo de mim para não focar em sexo, pois queria construir uma relação com Thalia que não se baseasse nisso, mas estava cada dia mais difícil.O momento que tivemos ontem e que nos fez parar em uma delegacia mostrava que tínhamos muita química. Que, se investisse, ela cederia e acabaríamos na cama, transando como loucos. Todavia, Thalia já havia caído nas garras de um homem que só pensava em sexo e estava machucada. Diego a feriu da pior forma porque a fez se sentir ingênua e tola. Ele a enganou só para tirar sua virgindade, por puro egoísmo. E, para piorar sua situação, acabou gerando u
Marcelo. Passei a mão no rosto e suspirei, levantando-me em seguida. Coloquei a mão em minha virilha e apertei meu pau. Ele estava tão duro e doía. A merda da minha mente pervertida havia visualizado várias maneiras de foder Thalia nessa cozinha. Começaria por colocá-la sobre a mesa, ergueria o seu vestido, rasgaria sua calcinha e devoraria sua boceta gostosa e virgem. Merda! Isso era o mais afrodisíaco para mim.Ela era virgem e eu estava louco para lhe mostrar o verdadeiro prazer que uma boa chupada pode dar. Depois enfiaria meus dedos e a faria gozar na minha mão, com meus olhos fixados em sua expressão de deleite e prazer, para em seguida comê-la bem gostoso. Iria me fartar tanto nela e a faria gozar tantas vezes que Thalia desmaiaria. Ficaria satisfeita e esgotada de tanto que eu a foderia duro e selvagemente.Balancei a cabeça tentando pensar em coisas que fizessem minha ereção baixar, mas tudo foi por água abaixo quando Thalia chegou por trás de mim e me chamou. Sua voz doce m