Capítulo 38

Thalia.

Ao chegarmos ao lado oeste da delegacia, Garcia me empurrou e me prendeu contra a parede.

— Se for boa comigo, não te farei mal. — Seu sorriso me deu nojo. Sua mão pousou no meu peito direito e fui tomada por uma onda nauseante. Tive que me esforçar para não vomitar sobre ele.

— Posso deixar você e aquele mauricinho do seu namorado livres e sem processo algum se me chupar como a boa vadia que é. Poderia te foder e mostrar como um homem de verdade come uma mulher como você, mas não temos tempo. — Meus olhos queimavam e as lágrimas caíam livres.

Quantas mulheres ele não já havia submetido a isso com a esperança de salvar quem elas amavam da cadeia? Mas ele não detinha esse poder, era somente mais um policial, quem ditava as ordens era o delegado. Agora eu conseguia pensar direito e buscaria um jeito de fugir dele.

— Seja uma cadelinha obediente e mame o meu pau.

Nojo, foi o que senti diante de suas palavras sujas. Da sua boca só saíam coisas nojentas.

Ele era nojento.
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