Juliete

Sentia que estava vivendo em câmera lenta, desde o momento que acordei com a porta do quarto sendo arrombada. Dei um salto, nua, quando vi um bombeiro entrando no quarto, ao mesmo tempo que vi todo um lado do prédio vir abaixo.

O bombeiro me alcançou e me pegou no colo, saindo do quarto o mais rápido possível. Comecei a gritar, perguntando onde estava o meu marido. Percebi meio desnorteada que tinha uma operação formiguinha nas escadas do prédio e rapidamente fui passada para outro bombeiro que desceu um lance de escadas comigo enquanto o que me tirou do quarto voltava pra cima.

Depois, enquanto era atendida e aguardava minha família chegar, fui acompanhando as notícias. Uma grande tragédia aconteceu nas ilhas Maui, muitos nativos e turistas morreram e tinha cerca de 1200 pessoas desaparecidas.

Danilo e Bahuan me buscaram no Havaí e me levaram pra casa, Aleksander não tinha sido encontrado, vivo ou morto. O DMORT (equipe de respostas em tragédias) só fica falando em desastre em aberto
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