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A noite estava fresca e iluminada por uma lua cheia reluzente, que parecia observar Arthur enquanto ele manobrava o carro pelas ruas desertas da cidade. O ar noturno trazia um certo alívio, mas sua mente estava longe de se acalmar. Ele ponderava cada palavra de Verena, o diálogo curto que tiveram martelando em sua cabeça.

— Pergunta pra algum amigo dela! — Esbravejou Verena após ele ligar, dizendo que Alexandra não estava recebendo ligações ou mensagens.

— Não posso, seria completamente suspeito. Eu sou um professor, Verena!

— Se não fizer isso ela vai morrer, entendeu?— Verena encerrou a chamada, irritada.

Essas palavras martelavam incessantemente enquanto ele dirigia em direção ao Instituto São Bartolomeu. Seus dedos apertavam o volante com força, e o suor começava a se acumular em sua testa, mesmo com o ar fresco da noite. Ele sentia a urgência do momento, mas também o peso de estar ultrapassando os limites de seu papel como professor.
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