Capítulo 11
Ameli. Eu sabia que aquele era o meu nome de nascimento, mas o odiava.

O rastreador real Devon Grayson havia tentado me contatar diversas vezes depois do ocorrido no penhasco, ele queria me confirmar que era o meu pai.

Mas eu havia recusado todas as suas investidas, todas as suas tentativas. Ele havia me abandonado no nascimento, mesmo que em sua carta tivesse negado isso. Eu pensei em tudo que passei para ir atrás dele, mesmo depois dele ter torturado Marius, mesmo após tudo que passamos presos em sua casa...

Eu havia envenenado o macho que amava para ir atrás de Devon Grayson, eu era uma órfã carente idiota na época. Mas nunca mais seria assim.

Marius começou a caminhar e eu gritei:

— Esse não é o meu nome!

Ele parou por alguns segundos e virou o rosto de lado levemente.

— Eu não me importo. — Rebateu e voltou a caminhar.

Gritei seu nome, uma, duas, três vezes e nenhuma delas o fez parar.

“Ele nos rejeitou.” Selene lamentou em minha mente e eu sentia sua dor, ela compartilha
J.P Andrade

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