BOSTON- VILA DO PORTO
— Acorda Ivy, seu pai está esperando-te para ir colher a soja.— Mamãe, por favor deixe-me dormir mais um pouco.— Ivy minha filha, não seja teimosa. Desça o mais rápido possível, sim .— O que tem para café da manhã?— Levante, Vista-se e veja você mocinha estamos atrasados.— Mamãe não seja tão dura comigo pela manhã.Ivy levantou-se com o seu cabelo desgrenhado. Vestindo suas roupas e saindo para tomar o café da manhã. Teresa estava com um banquete para comemorar os dezoito anos da garota. Naquele manhã era um dia muito feliz para a garota. Ivy ficou feliz e acompanhou o seu pai satisfeita.Quando o sol estava se pondo um casal se aproximará no seu carro. Os olhos dos pais de Ivy se regala por incrível que pareça não chegavam visitantes por aquelas terras, a casinha de madeira era distante da cidade, a poeira, cobriam por ser estrada de barro, mãe de Ivy fez uma cara enojada por vê em aparência ingleses ou britânico, a mulher magra e pálida, desceu do carro com sua canela-fina de tão magra, ela se apressa para se aproximar, mas os pais de Ivy tomaram a frente, mas a mulher não deixava de observar a garota dos pés a cabeça, como se fosse uma mercadoria de camelô.Adair o visitante se apresenta, sua mulher Ana o Interrompinha o tempo todo, ela queria resolver tudo achando o máximo poder. Ivy ficava em silêncio quando a senhora faziam perguntas.— Devo-me apressar Adair. A magrela fala com seu sotaque inglês.Ivy e os seus pais estavam assustados com tantas indelicadezas da mulher, Ana tentou, mas uma vez:— Vejo que não têm condições de cuidar dessa mocinha? Ana pergunta com entusiasmo. Pretendemos comprá-la, cuidaremos bem dela, como se fossemos a nossa filha.Ivy balançava a cabeça em negação, não queria sair do vilarejo, seu pai Pedro não pensou duas vezes em vender sua filha, nada ia muito bem depois da tempestade, que ao longo dos anos vinham sofrendo com as perdas .— Quanto os senhores me darão? Pedro pergunta sobre o dinheiro. _ Por Deus, Pedro, você está cometendo um erro. A mãe de Ivy tenta impedir- lo. Darei 100 mil euros. Diz Ana, dando a quantia em moedas em um lenço branco, amarrada com um barbante. Pedro pegou-lhe a moeda, empurrando a sua filha como se fosse mercadoria, entregando-a a um casal de estranhos.— Não pode fazer isso, Pedro, ela também é minha filha. Teresa tenta mais uma vez.— Calada mulher! Ele uiva com fúria, Teresa só sabia chorar, não podia detê-lo. Ela abraçou fortemente Ivy e prometera que iria procurá-la.— Mamãe. Ivy chora ao ser levada para o carro.O casal levou a garota, ela entrou no carro olhando para a sua mãe que sofria por sua partida.Viajaram a noite toda, enfrentando uma forte neblina que dificultava a viagem, Ana não parava de falar enquanto a garota estava assustada. Enquanto dormia atrás do banco do carro foi acordada pelo balanço que Adair fazia para ela acordar, ele via a tristeza nos olhos dela._ Eu sinto muito. Diz ele baixinho no ouvido dela, enquanto ele tira o cinto de segurança. Ivy permanecia calada._ Sinta-se a sua casa. Diz a mulher magrela. Ivy saberia que não ia se acostumar a viver num palácio, em pleno conforto. Uma empregada, estava à espera, abriu a porta e deu Boas-vindas. Ivy deu um sorrisinho de lado para a empregada, enquanto isso, Maria levava as malas para o quarto do novo membro da família._ Senhorita, este é seu quarto. Diz Maria com o seu tom meigo. Pode-me chamar de Maria, como é seu nome? Ela queria puxar assunto._ Ivy wayland.— Um nome comum diz Maria. Fique à vontade, com licença._ Toda. Responde Ivy voltando a chorar, lembrando o porquê o seu pai fez isso com ela, os seus pensamentos não paravam de rodar, estava prestes a desmaiar. Ivy foi tomar um banho, um banho quente. Pensava na sua mãe, planejando arrumar um bom dinheiro para tirar a sua mãe da pobreza.Vestiu uma roupa de dormir e se deitou na cama, suspirava quando Ana entrou no quarto. _ Como se sente ? Gostou do seu quarto?— Não estou bem, porque me tirou da minha casa? Porquê mostrou esses malditos euros para o meu pai?— Não foi a minha atenção, preciso que se acostume. Boa noite, minha querida, durma bem. Fala ela enrolando a garota. Ana apagou a luz e fechando a porta atrás de si.A garota revirou os olhos. Sem conseguir dormir, foi até a cozinha tomar um copo de leite, deparando com a porta da biblioteca aberta e a luz acesa. Adair estava triste voando pelos seus pensamentos, ele não reparou que Ivy estava falando com ele. Ele se tocou que tinha alguém em sua frente.—O que ouve, precisa de algo ? Ele pergunta com a cara cansada.— Nada, vi a luz acesa e vim apagar, deparei com você aqui.— Está sem sono? Adair pergunta.— Sim, vou até a cozinha, aceita um café?— Sabe fazer café, Ivy? Se não... chamo Maria.— Não precisa, eu sei fazer um café. Disse ela sorrindo.Ivy era jovem e bela, a sua beleza era de tirar o fôlego, a mulher de cabelos negros enrolados e ter uns lindos olhos castanhos e um sorriso encantador. A jovem estava tímida por não ficar perto de um homem além de seu pai Pedro, Adair estava se comportando feito um cavalheiro, para deixar aquela menina à vontade, que sua esposa dizia que era sua filha.Adair pegou em uma das mãos da garota, sentindo a maciez e seu cheiro de lavanda. Adair acompanha até a cozinha.— Prepara um café forte e sem açúcar. Preciso relaxar. Diz ele.— Me parece cansado Adair?— Sim, o meu trabalho exige muito, mas meus pensamentos estavam altos, não estava focado nos meus assuntos. Por isso que não trabalhei nos documentos da empresa.— O que faz? Perguntou ela curiosa.Adair sorriu de lado, sem hesitar a respondê-la:— Trabalho na minha empresa, com soja.— Olhe para o senhor como está abatido. Deve descansar. Vá atrás da sua esposa, ela está-te a esperar no seu quarto. Adair sorriu de lado, sem dizer uma palavra. Ele levantou da cadeira colocando as mãos nos bolsos e disse: — Um dia você conhecerá quem é Ana Stark. A garota ficou curiosa e ficou com essa curiosidade só para ela. O lorde saiu da cozinha voltando para a biblioteca. Ivy seguiu o garoto, acompanhado-o. — Volte a dormir, amanhã será um novo dia nessa casa. — Eu também acho senhor Adair. O lorde abriu o quarto onde a sua mulher dormia.Adair parou na porta, colocando as mãos no bolsos e ele fixamente se perguntou o que ele fez para merecer aquela vida tão miserável.O lorde saiu do quarto fechando a porta em silêncio indo para outro quarto de hóspedes. Ivy arregalou os olhos o que acabara de ouvir. Sem entender o porquê Adair disse aquelas palavras sobre sua mulher, curiosa ela perguntou: — O que te preocupa? — Ainda não entrou em seu quarto para dormir? O que faz em
A única maneira de não cometer erros é fazendo nada. Este, no entanto, é certamente um dos maiores erros que se poderia cometer em toda uma existência." confúcio Pela manhã Adair levou a garota para mostrar algumas atividades para a senhorita praticar ,para não se sentir sozinha. Adair antes de levá-la Ivy de volta para casa, ele levou em sua a fazenda Ponta de Pedras ,era um lugar livre e mas espaço para Ivy adaptar um ambiente, os cavalos ,os gados estavam no pasto livres e bem cuidado pelo o capataz José. Ivy desceu do carro encantada com a beleza das colinas o casarão era grande e espaçoso.— Que demais Adair,este lugar é incrível,olha aquele horizonte as colinas tão verdes. Porquê Pontas de Pedras?— Por causa das montanhas da colina,as montanhas são altas e rochosas.Venho nas férias , é um pouco longe de casa mesmo assim venho fugir dos murmúrios da cidade e do estresse do escritório. Como trabalho com vendas de sojas e gado e compro fazendas acabadas, tenho dias para pe
— Eu sei que Ana não está bem, ela não fala o que sente , para esquecer ela bebe e no outro dia não se lembra de nada o que faz,estou de mãos atadas há mais de dez anos.— Então em dizer tudo isso ,passou por muita coisa,não sou ninguém para se meter em sua vida, sente com sua mulher e pergunta o que está passando com ela, sinto que ela precisa de você.Ele sorriu tomando o whisky, concordado ou não o que Ivy tinha acabado de falar.Adair pegou a mão dela e levou a um lugar especial para ele. No meio de tantos corredores no fim do corredor tinha uma porta estreita, um quarto cheio de livros e quadros sem terminos de pinturas .Ivy ficou encantada com tantas relíquias que tinha naquele quarto que para uns era tralhas e para Ivy coisas que servem muito para entreter em um dia sem fazer nada .— Porque me trouxe aqui? Perguntou ela.— É um lugar importante para mim, quando quero fugir de Ana, é um silêncio que me acalma . Trabalho aqui, falo com os investidores sem interrupções,aqui é a mi
Todos nós vemos o que você parece ser, mas poucos sabem o que você realmente é." Nicolau Machiavel Indo para o quarto.Ana chorava, e os soluços faziam som lá fora, Adair preocupado em perguntar o que tinha acontecido ,preferiu ficar em silêncio . Adair aceitou o momento de Ana ao chegar no corredor, Adair preocupado mudou de ideia voltando para ela.— Ana?O silêncio não teve resposta.— Caramba! O que tem essa mulher? Fala Adair puxando a sua gravata de tanto nervoso.Adair demorou cerca de dez anos para pensar,o quanto a sua mulher lhe fazia mal. Tantas insistências sem resposta ,o lorde saiu deixando a sua mulher a sós. Adair se esbarrou com Ivy que ia ler um pouco para fugir daquele incômodo que não pertenciam a ela . A garota viu que Adair precisava de ajuda , e de um ombro amigo. Adair disse-lhe: — O está acontecendo com a minha vida?— Eu não sei . Respondeu Ivy . Quando chegar a hora você irá saber o que fazer , Ana está passando por momentos delicados , e você está
Adair não sabia que Ivy estava ouvindo todas as palavras que ele sussurrava naquela noite. Ivy ficou quietinha, suas lágrimas não paravam de escorrer . O que ela mais queria era se levantar e correspondê-lo, preferia fingir que estava dormindo para o seu próprio bem. Em seus pensamentos, Ivy pensa : _ Como não amar você, Adair. Sinto algo que não sei como explicar. Adair se ajeitou e adormeceu. Adair tentava fugir mais uma vez daquele amor . _ Porque o senhor está dificultando a minha vida? Me deste uma vida que tanto sonhei , aqui estou eu ,deitada ao seu lado. _Não me deixe nessa angústia, olha para mim e vê a felicidades que me encontro. Fico mais tranquila estando ao seu lado mesmo não sendo a sua mulher, estarei ao seu lado . Está me ouvindo? Perguntou ela em seus pensamentos. Adair levantou-se com cuidado para não acordá-la . O lorde cuidadosamente foi até o quarto de Ana . Continuava preocupado , por ela não se lembrar o que aconteceu na noite anterior. A sua confissão não s
A garota estava acostumada com a companhia de Adair, se sentindo bem naquele momento. Não podia ficar em casa de braços cruzados. O seu pensamento era arrumar emprego e não ouvir picuinhas de casais exagerados. Ivy entrou em todos estabelecimentos oferecidos para emprego, todos ambiente era contratado por experiência,Ivy suspirava de tédio, a sua paciência estava esgotada. Em uma boate "Luxúria Cite ", ela entrou preparada para mais uma resposta negativa, o rapaz que estava na recepção atendeu bem como visitante, Ivy estava esperançosa, ele respondeu : _ Bom dia, meu nome é Luiz Vagas o gerente da Luxúria Cite, o que eu posso ajudar? Pergunta ele,como um cavalheiro.— Estou precisando de um emprego urgente. Diz ela . Ele olhou toda a performance da senhorita, observando bem se tinha um perfil para o cargo, Ivy olhava para todo ambiente colorido e chamativo com um palco e músicos,um bar e seus barman, era algo novo naquela cidade, ela pensou: _ Espero que não seja de dançarina, Adai
— Adair? Ela puxou pelo braço. _ Por que falou grosseiro comigo pela manhã? — Que grosseria? — Me deu um bom dia bem grosseiro pela manhã ,não sou mais criança, me fale o que aconteceu para lhe deixar furioso?. — Não é nada menina acordei de mau humor, eu preciso de um tempo para pensar nas coisas. Diz ele. — Então este tempo você terá, eu nunca mudei minha maneira de comportamento de uma hora para outra,olhe bem nos meus olhos e diga que não gosta da minha companhia? — Nunca me cansarei da sua companhia,estou exausto só isso, podemos ir? — Podemos, sim. Ela saiu ao lado de Adair,pelos os corredores da empresa.Antes de sair o lorde deixou os documentos assinados com a secretária, Ivy não gostou de Aline, por ser melhor do que os outros,Ivy revirou os olhos de tédio ao referir a mulher,ela sussurrou para si: _ Por Deus que mulher mais vulgar. Ela continuou:. _Quem não olharia para Adair um homem lindo e culto. Ivy andava em passos largos para chegar à saída principal, Ada
Adair balançou a cabeça, sem dar muito ouvido o que o barão estava falando, a sua mente ficou bem distante em uma observação de um estranho. _ Para com isso Adair, você é um homem casado, não seja bobo a sua vida não tem mais voltas em encontrar o verdadeiro amor. Ivy estava pensando em qual roupa iria sair para o seu primeiro dia de trabalho Maria bateu na porta do quarto, Ivy estava jogando todas as suas roupas em cima da cama , não tinha percebido que tinha alguém do lado de fora. Maria abriu a porta chegando perto,chamando o nome dela em voz alta. _ Ivy? A moça tomou um susto por ser pega de surpresa, Maria sorriu e falou: _ Senhora,o senhor Adair está no escritório querendo falar com você ,ele mandou se apressar. — Eu não irei ,fala para ele Maria. — Senhora não seja boba, ontem a noite ele e a senhora Ana tiveram uma discussão daquelas, eu ouvi quando eu ia saindo da cozinha ,eu esperei eles pararem para ir ao meu quarto ,não foi nada bom. — Por qual motivos eles brigaram?