Capítulo 635 Eu deveria perdoá-lo, não é?
Maria se virou para Cláudio e perguntou:

- O que foi?

- Vou levá-la de volta, será rápido.

- E Isabela, sozinha...

- Não se preocupe, Durval cuidará dela.

Maria ainda queria dizer algo, mas Cláudio já a estava puxando de volta para o quarto.

- Antes de irmos, refareivou fazer seus curativos de novo. - Enquanto falava, Maria já estava sentada no sofá, pressionada por Cláudio.

A voz dele era baixa e suave, sem dar espaço para resistência.

O kit de primeiros socorros, deixado pelo médico que tratou de suas feridas, estava sobre a mesa de centro.

Cláudio abriu o kit e pegou álcool, pomada e gaze.

Ele sempre foi meticuloso, e ao fazer curativos não era diferente.

Ajoelhado diante dela, desinfetou as feridas, aplicou a pomada e as enfaixou com movimentos habilidosos.

Mas os pensamentos de Maria estavam longe, preocupados com Eduardo.

- Na verdade, depois de tudo isso, você não o odeia tanto assim, certo? - De repente, Cláudio perguntou suavemente.

Maria hesitou, sem responder.

Cláudio ergueu
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