7.

—Não vou não, não sei fazer nada na cozinha.

—Vai sim, não sou sua empregada para fazer comida e você com a bunda no sofá. Não se preocupe, você aprende.

—Tá legal, eu te ajudo, que garota chata.– ele sussurra a última parte, mas consegui entender perfeitamente.

—Digo o mesmo para você.– pego uma xícara e coloco o café dentro dela.

Pego o pote de açúcar e coloco duas colheres no líquido amargo, misturando a bebida.

Observo ele sorrir na minha direção quando coloco a xícara rente aos lábios, não sei dizer se é provocação ou expectativa, dou de ombros e tomo um gole do líquido amargo, querendo cuspir tudo de volta para xícara logo em seguida.

Isso está ruim demais.

Levanto rapidamente da cadeira e corro para perto da pia, cuspindo o café da minha boca, mas não adianta porque o gosto ainda está nela, jogo todo o conteúdo da xícara pelo ralo.

—Está tão ruim assim?– ele pergunta olhando para o líquido da sua xícara que está intocável.

—Está horrível, quem fez isso?– pergunto lavando as min
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