Reencontro e Revelações

O som dos cascos do cavalo ecoava no chão de pedra enquanto Cerberus descia da carruagem. O sítio, que ele e Helena haviam construído como um refúgio de amor, estava mais uma vez à vista, trazendo um misto de emoções. A dor ainda estava presente em cada músculo de seu corpo, mas a determinação de proteger sua família superava qualquer fraqueza.

— Estamos em casa — ele murmurou, ajudando Helena a descer.

Foi difícil tirar Cerberus do cartório, pois ele queria a todo custo matar o irmão com as próprias mãos. Mas Helena e Hera não permitiram isso.

Ela segurava Eros no colo, e o pequeno parecia fascinado pelo movimento ao redor. Hera desceu em silêncio, com uma expressão de preocupação que não conseguia esconder, enquanto Apollo caminhava ao lado de Selene, que carregava uma mala cheia de roupas e medicamentos.

— Selene, leve Eros para o quarto — disse Apollo gentilmente.

— Claro — ela respondeu, subindo as escadas enquanto murmurava algo para o bebê, que balbuciava feliz em resposta.
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