Capítulo XXXII

O dia amanheceu belo e brilhante. A chuva dera trégua e as roupas poderiam secar ao sol. A viatura estava pronta e, após o desjejum, partiram. Em pouco tempo estavam de volta ao Ponto M.

Montar acampamentos já fazia parte incontinente de suas vidas e, assim, tudo estava pronto rapidamente.

— Bem, parece que finalmente estamos em “casa”. San, Henrick, vocês vêm comigo. Carlão, como diria o Sargento Gilmar, hoje você é a “mãe do dia”.

Carlos cuidou de arrumar a base enquanto os outros três partiam rumo à trincheira.

Não ficava longe de onde haviam montado a base, mas era preciso todo cuidado, afinal, poderia ter visita a qualquer momento.

— Sabe o que me intriga, Ramon? É que a área não é tão grande...

— Não se esqueça, San, que há quatro anos aqui era uma floresta só.

— Está certo, você tem razão. Só que o desmatamento começou seis meses depois que nós dois saímos daqui. Assim, só me ocorre uma explicação. Eles foram mortos pelo

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