Capítulo LXIX

Eleanore estava novamente em seu quarto, sem parar de pensar que, a agonia que sentira antes, estava intimamente ligada com a repentina aparição daquela mulher.

Por mais que estivesse cansada, já que tinha treinado a manhã toda e em boa parte da tarde, embora seus músculos estivessem fadigas e suas pálpebras pesassem, ela era incapaz de adormecer. Eleanore permanecia andando em seu quarto de um lado a outro, feito um animal enjaulado, movendo a medalhinha que fora de sua mãe pela corrente de ouro.

E Vincent? O que será que havia acontecido com ele? Será que, se dormisse, poderia ver através dos olhos dele e descobrir? Não, ela não podia controlar essas coisas.

Ela andou pelo cômodo até a mesa embaixo da janela, apoiou suas mãos sobre o tampo de madeira e se inclinou para a janela. O vento frio acariciou seu rosto, agitando seus cachos avermelhados, que tremula

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