CAPÍTULO 30

Chamamos um Uber e seguimos para a Labirinto. Samantha já tinha a entrada liberada de tanto que frequentava a boate. A música eletrônica e as luzes de LED eram a sensação daquela boate. Informei a Samantha que precisava de uma bebida antes, e fomos direto para o bar.

Pedimos quatro doses de tequila. Fizemos nosso brinde e viramos o primeiro copinho, chupando o limão em seguida. A primeira desceu queimando tudo, mas a segunda já comecei a sentir o fogo de que eu precisava para encarar aquela pista de dança abarrotada de gente.

Segurei a mão da Samantha e a puxei para a pista de dança. Nunca havia me sentindo tão livre como estava me sentindo. Meu corpo tinha vida própria e balançava conforme a música era tocada. Tinha que agradecer ao Hugo por me devolver a confiança que não tinha desde Lucca.

Sentir algumas mãos em minha cintura, durante as várias músicas que dancei, e o esfregar dos corpos no mesmo ritmo que o meu já não me incomodava mais. Até era combustível para me fazer continuar
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