capítulo 4
Todos imediatamente cobriram o nariz e a boca, mas ainda assim, não conseguiram conter o impulso de engasgar.

— Que fedor horrível! Parece que alguma coisa morreu aqui! — Eliana comentou, com visível repulsa.

Anselmo apenas franziu o cenho e continuou avançando.

O porão permanecia mergulhado na escuridão.

Mas eu não sentia mais medo.

O escuro nunca foi o verdadeiro monstro.

O que realmente devia ser temido... eram as pessoas.

Um feixe de luz entrou pela porta entreaberta, iluminando o chão.

Eles caminharam lentamente até que o assistente acendeu a lâmpada do ambiente.

A luz repentina fez Anselmo apertar os olhos.

Já Eliana gritou no mesmo instante:

— Ahhh!

Ela tremia, apontando para algo próximo, fingindo estar apavorada.

Mas sua farsa era óbvia.

Seus lábios já estavam curvando em um sorriso discreto, difícil de conter.

Anselmo seguiu a direção do dedo dela.

E então, ficou paralisado.

Como eu poderia não reconhecer meu próprio cadáver?

Mas o que estava diante deles... já não parecia hu
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