Dou um leve sorriso para ele e me levanto da cadeira e faço o meu caminho até lá. Passo pela sala de jantar, que até agora não vi sendo usada e avanço para a grande sala de estar que está com uma aparência aconchegante por causa dos dois lindos e grandes abjures ligados.Vejo meu presente de embrulho vermelho de laço preto em cima do sofá.Sento-me. Minhas mãos tremem quando desfaço o laço. Retiro o papel e dou com uma caixa branca com o nome Tiffany gravado em letras garrafais.Abro a tampa devagar e me deparo com dois lindos vestidos. Não conheço nenhuma marca de roupa, mas com certeza essa deve ser bem cara, de alguma grife famosa.Na verdade, nunca ganhei roupa nova. Todas as minhas roupas são de doações. É a primeira vez que tenho contato com uma.Eu o ergo um deles para o alto e sorrio ao me deparar com tamanha beleza. Branco com detalhes em negro.Pego o outro na mão.Deus! Ele é lindo. Confortável. Um caftan verde-escuro com tons verde mais claro.Ambos os vestidos são para se
Sua mão se ergue ele puxa minha nuca me trazendo mais para ele. Sinto sua respiração forte na minha pele.—Que mal há de eu querer um tempo para nós sem interferências externas? Quero fortalecer nossos laços. —a voz sai firme, seu semblante sério. Eu fico sem falas olhando para ele.Fortalecer nossos laços....Eu sei a maneira que ele quer me conhecer. Esse é o ponto que me incomoda.Eu imediatamente sinto uma agitação nervosa com essa questão.—Fortalecer nossos laços? Eu sei bem como você pretende fazer isso... —eu o acuso.Ele me olha inabalável.—Natural. Você está se relacionando com um homem maduro. É normal eu querer de você uma relação madura. Fico sem ar com suas falas. Tento argumentar:—Eu gostaria de...Ele cobre meus lábios com seu dedo indicador, calando-me:—Eu sou louco por você, Natasha. Por que adiar o inevitável? Não coloque nenhum tipo de empecilhos entre nós. Não me torture com suas negativas. Aposte na nossa relação. Dê-me um voto de confiança, minha cara.Dentr
Ele segura meu rosto entre as mãos e me dá um beijo intenso me fazendo pulsar por ele. Fico louca e tão logo ele solta a minha boca, eu começo a me enroscar nele com movimentos para cima e para baixo. Posso sentir seu membro pulsar quente na minha barriga enquanto eu o roço. Meus lábios abertos escorregam pelo seus pescoço e ele geme mais alto e eu imediatamente sinto um enorme prazer de provocar esse prazer nele. Lindo!Sua imagem é magnífica. Os olhos apertados, lábios entreabertos. Suas grandes mãos seguram minhas nádegas e ele as aperta. Isso me estimula mais e eu me ergo, mas apenas para mordiscar seu mamilo eriçado. André geme em pura satisfação. Escorrego meus lábios sobre ele enquanto ele se contorce como um gato se espreguiçando, suas mãos seguram a cabeceira da cama. Eu visito seu peito, sua barriga com meus lábios, o tocando com minha língua. Mordisco sua virilha peluda e perfumada. Adoro esse cheiro de suor misturado ao sabonete.—Dio Santo! —ele rosna e me segurando
Vou prontamente para ele e ainda tenho que me controlar para não soltar um suspiro com a sensação boa desse aconchego. Aos poucos os sons da nossa respiração vão diminuindo até não haver nada além do silêncio no quarto.Pouco tempo depois ainda estou acordada ouvindo a respiração de André que agora se mantém num ritmo constante indicando que ele dormiu.Tadinho. Deve estar muito cansado. Tenho acompanhado sua acirrada vida. Ele se levanta cedo e não tem hora para chegar do trabalho. Fora essas viagens que ele faz uma vez por semana.Depois de alguns minutos eu me ergo sem que ele acorde e devagar tento sair de seus braços ao mesmo tempo que noto uma mancha de sangue no lençol.André acorda assustado com meu movimento e olha para mim.—Aonde vai?—Eu vou tomar um banho e estou preocupada com uma coisa.—Com o quê? —ele diz enquanto boceja.—Com isso— eu afasto meu corpo e mostro para ele o lençol manchado— Isso não vai passar desapercebido por Lola.—Merda! —ele blasfema. Parece mais d
Acordo com o bom perfume dele no meu nariz e seu braço serpenteando minha cintura. Foco o relógio digital.Sete horas.Deus! Daqui a pouco Lola estará aí.Eu retiro o braço de André e me viro para ele. André abre os olhos, que focam os meus. Ele sorri para mim.—Buongiorno tesoro—Buongiorno—digo e sorrio levemente para ele— vou me levantar. Daqui a pouco Lola está aí.Ele solta o ar. Parece frustrado.—Eu vou me levantar também.—Sua viagem.—Exato —ele diz soltando o ar.Quando eu estou saindo da cama ele me puxa para os seus braços.—Nada disso! Não vai não! Não antes disso.Sua boca toma a minha e ele me dá um beijo duro. Exigente. Eu correspondo com ardor. Minhas mão passeando em seu corpo. Apenas momentos depois nos afastamos.André então me dá um sorriso preguiçoso para bagunçar ainda mais minha cabeça e me deixar ainda mais nas nuvens.Estou me sentindo tão radiante!Então meu coração se aperta com uma grande preocupação: Deus! Preciso tomar cuidado para Lola não perceber meu
André Sorrentino NicoloEncosto-me à parede e observo a cena que se desenrola à minha frente. Sorrio com a imagem da linda garçonete circulando pela casa carregando uma bandeja de bebidas. Eu tenho a observado há bastante tempo nas festas bancadas pelo meu pai. Meu mentor nos negócios, hoje aposentado, Enrico Sorrentino Nicolo.Ela é a coisinha mais linda que já coloquei os olhos.A garota é uma graça. Sua pele parece de porcelana, os olhos verdes têm tons alaranjados.Os cabelos castanho-escuros naturais estão sempre erguidos num coque alto. Eles incitam minha curiosidade em querer saber o comprimento deles e dão asas à minha imaginação.Frequentemente sou assolado pela imagem dela deitada, os cabelos soltos esparramados sobre o travesseiro, gritando meu nome em satisfação enquanto eu libero todo o meu gozo dentro dela.Solto o ar enquanto a observo oferecer os drinks.Seu jeito tímido em se portar, de se mover entre as pessoas mexe comigo.Linda, mas muito jovem. Dezenove anos. Nata
Uma questão sempre me assola. Até quando vou me manter assim, firme, nadando contra a maré, sem me envolver?As festas de meu pai são um porre. Tenho participado de todas elas para vê-la. O que me move é o anseio de saber como Natasha está, os relatórios que tenho tido não parecem ser o suficiente. Sempre preciso vê-la com meus próprios olhos. Ver pessoalmente se ela está realmente bem.Um alerta soa na minha cabeça e me desperta para uma coisa. Preciso dar um tempo sem vê-la. Estou me envolvendo demais. Meus pensamentos não são nada bons para ela. Sou uma cobra criada, muito vivido e muito amargo também.Ela pode te curar...Uma voz sopra no meu ouvido.Balanço minha cabeça em negativa.Não! Depois de tudo que vivi não sei se alguma coisa boa sobrou dentro de mim.Levei tanto tempo para me casar e me decidir por uma pessoa e quando finalmente achei que encontrei a mulher certa, tomei na cara para não dizer em outro lugar.Ninguém se casa sem amor e eu amava Rebecca com todas as forças
AndréFaz seis longos meses que não compareço a uma festa de meu pai. Mas hoje eu não pude negar o seu convite. É aniversário de minha mamma. Ela completa sessenta e cinco anos.Tudo isso para evitar de encontrar a mulher que persegue meus pensamentos.Natasha, a linda garotinha de pele de porcelana e nariz arrebitado. Lábios carnudos e sedutores que nasceram para serem beijados.Tão logo entro na sala, caminho até minha mamma e lhe estendo o meu presente. Uma caixa de veludo preta. Dentro dela há um anel com suas iniciais cravejada de brilhantes. DSN, Donatella Sorrentino Nicolo.Seus olhos brilham para a joia. Ela me encara com um sorriso.—Figlio. Ma che bello.—Sabia que ia gostar.Um fotógrafo se aproxima de nós.—Posso tirar uma foto?—Deve —digo e envolvo minha mama com os braços. Com um sorriso no rosto esperamos o flash.Quando ele se afasta minha mãe me olha pensativa.—Faz tempo que não participa mais das nossas festas. O que houve?Fungo. Só eu sei o que me impede.—Estou