Capítulo LXV

Ryan arranca minha calcinha com a mesma fome que devora minha boca.

Dessa vez, não há paciência, não há hesitação—somos dois corpos famintos, consumidos pelo desejo cru que nos queima de dentro para fora.

Eu retribuo com a mesma pressa febril, puxando seu terno com brutalidade, sem me importar em ser delicada. Roupas agora são apenas um obstáculo irritante.

Ele se livra das próprias calças enquanto minha camisa e meu blazer encontram o chão sem cerimônia. Suas mãos deslizam pelos meus cabelos, puxando-os para trás com firmeza, e um gemido rouco escapa de minha garganta, denunciando o prazer que percorre minha espinha.

Seus lábios encontram o vale dos meus seios, sua respiração quente contra minha pele já me deixando zonza, enquanto sua ereção—ainda coberta pela cueca—roça deliciosamente contra minha intimidade úmida. O atrito me enlouquece.

Meus dedos se apertam nos lençóis, uma tentativa inútil de controlar a onda de desejo que me toma por completo.

Ryan não perde tempo—ele arranca m
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