Capítulo LXVII

O ritmo frenético de nossos dedos dentro de mim se intensifica, arrancando de minha garganta gemidos arrastados e descompassados. Meu corpo se contorce sob o calor insuportável do prazer, e meu rosto desliza contra o colchão a cada investida, minha pele em chamas, minha respiração entrecortada, completamente entregue à luxúria crua que ele me proporciona.

A mão de Ryan aperta meu pulso com mais firmeza, seus dedos marcando minha pele, reivindicando o que já é dele. Em um movimento brusco e preciso, ele puxa meu braço para trás, me forçando a arquear as costas, expondo-me ainda mais ao seu domínio absoluto. Meus seios pressionam contra o colchão, os mamilos enrijecidos roçando o tecido macio, enviando ondas de prazer através do meu corpo. Meu único apoio agora é minha testa contra os lençóis amassados, completamente vulnerável, completamente subjugada.

Sinto seus joelhos se insinuarem entre minhas pernas, forçando-as a se abrirem ainda mais para ele. O gesto é possessivo, autoritário,
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