Avalie o livro, comente e siga minhas redes Autora Augusta Andrade para ter mais episódios disponíveis... Beijos
Ainda de joelhos na floresta, eu permanecia perdida em meus pensamentos, tenho que saber por onde começar, não posso mais ignorar os assuntos dos humanos, tenho que ir o quanto antes e principalmente, preciso preparar meu povo e ajudá-los a deter o futuro catastrófico de todos. Olhei para minhas mãos brancas e unhas vermelhas. – Se eu tenho esse poder divino, o que posso fazer com ele? Também consigo ter visões do passado e futuro como quando eu apareci para o Lúcius em sonho, mas como fiz aquilo? E o Lúcius... Não consigo acreditar que ele me rejeitou porque não me ama, ele ama, eu sei que sim, mas preciso descobrir o motivo por trás de sua rejeição. Suspirei. Como eu precisava sentir seu abraço agora, passei tanto tempo acreditando que nunca mais o veria acordado, e agora com a ausência da Daiana me sinto mais sozinha ainda. Não posso contar para ninguém as coisas que presenciei, as pessoas iriam achar que sou louca, mas preciso treiná-las e alertá-las contra um inimigo que só
– Você não pode voltar para lá, não pode permanecer no Palácio Imperial. – Falei na esperança de convencê-lo. Ele me olhou com indiferença. – Eu sei sobre os riscos, mas o Império é meu lar, devo defendê-lo até o final, não posso permitir que aquele monstro domine minha casa. – Mas o Império está em declínio, o que pretende fazer lá? Seu lugar é aqui ao nosso lado, ao lado da Elena. – Você não entende, Karolina. – Ele disse enquanto se sentava na cadeira e apoiava seus braços na mesa. – Se eu for embora, quantas pessoas irão morrer... Sei que fiz um juramento de lealdade para você, mas como Imperador devo isso ao meu povo, depois de séculos que eles ficaram ao meu lado sendo fiéis a mim, mesmo depois de todas as atrocidades que cometi. – E quanto a Elena, ela te ama sabia? – Sentei na cadeira a sua frente. Ele ficou encarando a mulher deitada na cama. – Eu sei que ela me ama, apesar de tudo... E é por ela que eu devo permanecer no Império e defender meu povo, por ela que eu vou p
– Moleque imprestável! Culpa da vagabunda da sua mãe você ser assim... Fraco! Desprezível! Uma vergonha para os Alfas Calmon. Paaah! O impacto do tapa no meu rosto me fez cair no chão, senti minha bochecha latejando de dor e uma fina camada de sangue sair do lábio cortado. Meus olhos ficaram lacrimejados. Não posso chorar! Não posso chorar! Não posso chorar!... Meu couro cabeludo começou a arder e no impulso segurei a mão dele que estava na minha cabeça puxando meus cabelos, me obrigando a ficar em pé, porém minhas pernas não correspondem, não consigo permanecer em pé, caio de novo, ele se enfurece mais ainda e chuta minha barriga quebrando uma das minhas costelas. Como eu sou fraco! Não consigo me regenerar, não tenho idade o suficiente, tenho apenas dez anos, não tenho forças contra ele, contra meu pai. A lágrima caiu dos meus olhos. Não consegui me controlar... Não, não, não, não... Não pode ser! – Você está chorando? – Seu tom de voz era de descrença e irritação. Seus olho
Eu matei meu próprio tio... minha mãe está morta... meu pai é um psicopata... eu estou sozinho agora...– Lúcius? – Uma voz bonita ecoou pelo quarto no escuro, não tenho visão ampliada de lobo, não consigo enxergar.Olhei na direção da voz e vi um par de olhos vermelhos flamejantes fixos em mim. Poderia ser um demônio para me levar ao inferno depois de ter matado essas pessoas?Apertei meus joelhos contra o peito e prendi a respiração.É um demônio e ele vai me levar e me torturar.A silhueta do demônio foi aparecendo gradualmente e era uma mulher de camisola branca com cabelos longos na cor vermelho-escarlate, fiquei embasbacado. Ela era linda! Tão linda quanto uma deusa, tão radiante quanto o pôr do sol, ela era... um anjo... meu anjo... O cheiro de sangue que ecoava pela sala se dissipou, eu só conseguia sentir o perfume de rosas vermelhas que vinha dela. A dor do luto e a solidão foram embora, através do seu semblante eu via paz, a paz que minha mãe um dia me prometeu, que eu tant
Eu ainda estava duro, precisava de mais. Segurei a Karolina pela nunca e beijei seu pescoço e clavícula, passei meu braço pela sua cintura estimulando-a para continuar rebolando em cima de mim, ela começou a rebolar devagar, mas parecia estar sem forças. – Você está cansada? – Sussurrei no seu ouvido. Ela confirmou com a cabeça enterrada no meu pescoço. – Quer dormir? – N-Não... quero mais. – Disse baixinho, meio grogue. Depositei-a na cama e fiquei por cima, penetrei novamente meu pau na sua bucetinha molhada e ela gemeu baixinho, quase pegando no sono. – Fique acordada... Serei gentil. – Murmurei. Ela abriu seus olhos e fixou em mim. Comecei a beijá-la novamente devagar enquanto a penetrava lentamente. Aproveitei cada momento para sentir seu gosto, seu cheiro, deleitar essa mulher. Acariciei seu rosto, corpo e cabelo, beijei e lambi cada centímetro dela, minhas estocadas eram profundas e lentas enquanto brincava com seus clitóris até ela chamar meu nome no seu segundo orgasmo, la
KAROLINAAcordei tarde da noite nua nos braços do Lúcius, ele também nu. Fiquei o encarando dormir profundamente com seu semblante calmo e a respiração pesada, seu rosto estava grudado na minha cabeça e seus braços em volta do meu corpo abraçando-me ao ponto de eu acreditar que ele tinha medo que eu fugisse. Subitamente um sorriso bobo apareceu nos meus lábios só em imaginar que ele não queria que eu fosse embora, mas o dever me chama e a realidade bate na porta.A contragosto, levantei lentamente retirando seus braços ao meu redor, fui ao banheiro e fiz minha higiene lá mesmo, peguei umas peças de roupas minha que sempre deixava no meu quarto, o vestidinho folgado com bordado vermelho e mangas compridas que ele me deu quando ficamos aqui, olhei para o Lúcius uma última vez antes de ir embora.Cheguei na entrada do castelo com os pensamentos nas nuvens, mas imediatamente alguns lobos-soldados apareceram para fazerem a guarda em volta de mim, eles fizeram um círculo de proteção. Franzi
SOBRE O ATRASO DAS POSTAGENS DOS CAPÍTULOS: Caro leitoras e leitores, devido ao acúmulo de atividades do dia a dia, tenho ficado com menos tempo para escrever novos capítulos, com as tarefas acumuladas e o pouco rendimento nas obras, fiquei desanimada para concluir o segundo livro, ainda me esforço para não deixá-las sem um final, no entanto, para mim, não faz muito sentido permanecer escrevendo, mas como já comecei, irei finalizar, só que de uma forma mais lenta e demorada do que quando escrevi a Suprema Alfa. Abraço para todos e espero que tenham uma boa semana. Até o próximo capítulo.
Lúcius Calmon A primeira vez que tenho um abraço em família e tudo isso é graças a Karolina que apesar de tudo que fiz com ela, ainda me perdoou e me aceitou na sua vida e na da Kamilla. Um pequeno sorriso se formou no canto do meu lábio, eu finalmente estava em paz. Ela se afastou e desfez o abraço, com a cabeça um pouco baixa, limpou secretamente uma lágrima do rosto. No impulso, levantei a mão para limpar seu rosto lacrimejado, mas fechei o punho e abaixei de novo, fingi que não vi. – Mamãe tem que ir agora, minha princesinha. – Ela disse com um sorriso falso no rosto. – Mas, mamãe, o papai acordou, temos que ficar juntos hoje. – Kamilla falou com uma vozinha triste e fez um biquinho. – Assim que acabar a reunião ficaremos juntos, tudo bem? – Ela perguntou e lançou um olhar preocupado na minha direção. Kamilla me olhou sorrindo. – Certo. – Falei olhando para a Kamilla. Karolina saiu do quarto, ficamos só eu e minha menina, aproveitei para fazer cócegas nela, ela me contou tu