O COLAR E A LÂMINA

Deixo os quatro no porão e vou ao encontro da minha família. Preciso conferir tudo para quando estivermos prontos para voltar à nossa amada Calábria. Sei que as coisas andam perfeitamente em ordem. Henrique fez questão de deixar tudo pronto para o nosso grande retorno.

Assim que chego na sala, tenho a visão do meu inferno e paraíso pessoal. Sei que, mesmo sem a ter tocado, já a quero proteger, e isso é bom e ruim neste momento.

Aproximo-me dela e a abraço, o que causa estranheza em alguns presentes e risadinhas em outros. Amanda estranha a minha atitude, mas não se afasta. Eu respiro aliviado por ela não me repelir, mesmo com outras pessoas por perto. Assim que a solto, ela está vermelha e abaixa a cabeça. Toco o seu queixo e dou um sorriso apenas para que ela veja, depois volto a minha atenção aos outros que estão na sala.

— Nono, sei que não é o melhor momento, mas pense na possibilidade de me dar a Amanda se eu sair vivo dessa guerra... Ela é minha, eu a quero para mim... — Falo, e
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