>PATRÍCIO<
Sentado na mesa do bar eu senti um olhar intenso sobre mim. Eu sabia que alguém estava me observando, só não imaginei que seria a mulher mais linda que já vi.Sem nenhum esforço eu segui diretamente para a fonte da minha sensação, a garota me atraiu como um ímã. Vendo meu foco se dissipar da mesa, Fernando seguiu minha linha de visão e olhou para onde eu estava fixado. Ele compreendeu na hora quais eram minha intenções.Naquele momento todo o estresse e cansaço que senti durante o dia desapareceram completamente.Então eu fui, me levantei e segui em direção a bela jovem, que não parava de me encarar, e agora aqui estamos no meu hotel, no quarto mais luxuoso que havia.Ela merecia o melhor...Eu senti seu nervosismo crescer cada vez mais, eu me sentir na obrigação de deixa-la a vontade com a situação. Então eu fiz o que jamais faria com uma estranha, me apresentei.Não com o meu primeiro nome, obviamente, mas ainda dei um nome para ela>ELIZABETHQuero pertencer a esse homem, que provavelmente tem quase o dobro da minha idade, mas que me excita como nem mesmo o meu namorado conseguiu.Sou dele, completamente dele mesmo que ele não seja nem um pouco meu.Meu corpo está febril, implorando por ele. Não consigo expressar em palavras o que sinto, parece tão certo e necessário. Em um ato de coragem, seguro seu rosto entre minhas mãos e colo nossas bocas.Patrício fica parado, entendendo o que quero, mas assim que coloco minha língua, ele se levanta e agarra minha nuca com pressão.Ele me beija com selvageria e sua língua me invade, sem pedir permissão. Ele puxa meu cabelo com força e inclina minha cabeça para trás, obrigando-me a recebê-lo do jeito que necessita.E eu cedo, apreciando a sensação de ser tocada e beijada por um homem que pela primeira vez me acende de verdade.Pelos segundos que sua língua dança com a minha, tudo some ao meu redor. Meu coração dispara quando ele usa a mão
> ELIZABETH - Foguinho - Ele sussurrou seu rosto colado contra o meu - Eu vou te foder tão gostoso que você não vai acreditar.Minhas pernas perderam força, eu nem sabia mais onde estava, tudo que eu queria era que Patrício cumpra sua promessa.Seus lábios estavam nos meus, como se ele estivesse com fome, enquanto sua mão segurava um pedaço do meu cabelo escuro.Novamente ele pairou diante de mim nu.- Tão gostosa - ele sussurrou. Patrício entrelaçou seus dedos com os meus e segurou minhas mãos acima da minha cabeça.Ele se esfregou contra a minha entrada ainda úmida e capturou meu mamilo em sua boca enquanto segurava meu seio em sua mão.- Hum, isso é bom! - gemi baixinho enquanto ele girava sua língua ao redor do meu mamilo.- Mexa comigo. Pegue o meu pau na sua mão e veja o quanto ele é grande e duro por você.Abaixei e peguei seu pau duro na minha mão, senti Patrício estremecer com meu toque e seu pau pular na minha mão.- Você está
>PATRÍCIO Sinceramente eu não sei o que aconteceu comigo, eu nunca tinha me interessado por uma garota tão jovem, no entanto vê-la me olhar daquele jeito acendeu um fogo incomum em mim.Na verdade, nunca me interessei por uma outra mulher daquela forma. A menina facilmente teria a idade do meu filho, é tão incomum isso acontecer, contudo aconteceu.O tesão e o prazer que a Elizabeth me proporcionou foram maravilhosos. O fato de ela ser virgem deveria ter me afastado no mesmo instante, mas um estranho sentimento de posse tomou conta. Meu pau se animou e então percebi que não tinha mais volta.Saber que fui o primeiro e único a está dentro dela, faz meu pau dar sinal de vida instantaneamente.O sexo tinha sido incrível, mas assim que acabou e ela me beijou, percebi que diferente do que pensei, o tesão que sentia por ela não iria diminuir facilmente, não fiquei entediado, parecia ter aumentado após provar como era bom.Eu não costumo repetir com mulheres,
> ELIZABETH Acordo ainda exausta, eu mal consegui dormi depois que cheguei do hotel de Patrício no meio da madrugada. As imagens da gente na cama enche minha cabeça a todo momento.Nunca imaginei que um homem como ele se interessaria por uma mulher como eu. Quer dizer, Patrício é claramente um homem poderoso, bonito e mais velho.Eu estava extremamente nervosa com a possibilidade de perder minha virgindade, mas sem sombras de dúvidas foi a melhor escolha que fiz, foi tudo tão perfeito.Mesmo que tenha sido com um completo estranho.Me levanto sentindo um pequeno desconforto entre as pernas, sigo para o banheiro para fazer minha higiene matinal, preciso descer para tomar café e isso precisa ser rápido antes que as meninas cheguem aqui para saber sobre a minha primeira vez.Elas devem estar muito curiosas.Me olho no espelho grande que está de frente para minha cama e fico surpresa, meu corpo está visivelmente marcado.Os chupões, mordidas e lamb
> ELIZABETH MONTGOMERY < "Prólogo"Até onde você iria por um amor que nunca deveria ter acontecido?Eu nunca soube a resposta até conhecer Patrício... Na verdade, eu nunca procurei por ela até conhecê-lo.Antes dele minha vida era como um roteiro bem escrito: faculdade, estágios, noites silenciosas dedicadas ao futuro que eu acreditava ser o certo.Eu até tinha um namorado, mas eu nem mesmo podia dizer que aquilo era amor. Eu gostava dele? Sim. Mas amar? Acredito que era um termo um pouco forte para descrever tal situação.Mas então ele apareceu, com seu jeito reservado, seus olhos que escondiam tempestades e aquele sorriso que parecia prometer o mundo e destruí-lo ao mesmo tempo.Ele vinha com aquela intensa bagagem que prometia grandes problemas e dores de cabeça. Mas quem importa? Afinal, o amor prevalece, né verdade?Eu lutei contra isso, sabe? Tentei me convencer de que era só uma atração, uma curiosidade passageira.Mas como você foge de algo que parece estar gravado na sua alm
> ELIZABETH
>ELIZABETH<- Não é nada do que você está pensando. - Allan fala. Será que ele acha que eu sou estúpida? Ou burra? Cega, talvez?Não, não é o que eu estou pensando é o que eu estou vendo. Tenho vontade de gritar mas permaneço quieta.Em um reflexo percebo que a minha “amiga” vadia ainda está na porta e continua olhando para a sua roupa que está aos meus pés.Fico estática enquanto controlo minha respiração. O que essa mulher ainda está fazendo aqui?Ela está tentada a se abaixar e pegar, mas sabe que não é uma boa ideia no momento. Eu sempre fui uma pessoa calma em qualquer situação, não gosto de brigas e não sou de fazer barracos, e talvez eles queriam aproveitar disso, mas não agora, eu preciso extravasar toda essa raiva pela dupla traição.E ela continua parada as minhas costas.Essa vagabunda só pode estar me testando. Respiro fundo, me abaixo e pego no chão com um sorriso desdenhoso no rosto.- É isso que você quer, amiga? - pergunto com um ódio que chega a me cegar.Com fúria, p
>ELIZABETH