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Jenny

Eu não consigo. Não consigo ser o que ele quer que eu seja. Penso. Entretanto, sou surpreendida por braços fortes que me envolvem por trás e o seu calor me abraça imediatamente.

— Oh, querida me desculpe! — Sua voz calma demais me acalenta. — Eu só precisei ir pegar um pouco d’agua — explica baixinho. — O que está acontecendo com você Jenny? Por que não conversa comigo?

— É que... eu sou uma pessoa má, Cris — digo com um lamento.

— Por que está dizendo isso?

— Porque... é o que sou.

— Jenny...

— Eu o matei, Cris. Matei o meu próprio pai!

— Por que está falando isso, meu amor?

O desespero comprime o meu peito e sinto que estou me afogando na minha própria dor. Eu preciso contar isso para alguém, preciso colocar para fora.

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