Capítulo 14
A noite já estava evidente quando Helena dirigiu de volta para casa.

Assim que estacionou o carro e soltou o cinto de segurança para sair, seu olhar congelou por um instante.

O carro de Bruno estava parado sob uma árvore do outro lado da rua. Ele vestia preto da cabeça aos pés e se apoiava contra a lataria, a cabeça levemente inclinada para trás enquanto fumava. O pomo-de-Adão, bem marcado, se movia de forma absurdamente sedutora.

A fumaça azulada subia, envolvendo seu rosto esculpido antes de ser suavemente dissipada pelo vento noturno.

A escuridão era densa, e ele parecia fazer parte dela.

Ao vê-la, Bruno a encarou com um olhar profundo. Depois de alguns segundos, jogou o cigarro no chão, apagando ele com o sapato, e começou a caminhar em sua direção.

Helena não queria vê-lo. Assim que saiu do carro, se apressou em direção ao elevador, ouvindo os passos dele atrás de si, calmos, sem pressa.

No final, ele a encurralou na porta do apartamento.

— Helena, podemos conversa
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