CAPÍTULO 16

Arthur

Lembro-me perfeitamente de em diversos momentos da minha vida afirmar que o destino não é falho. Ele demora, enrola bastante, pega caminhos que muitas vezes eu desconheço, mas o resultado é sempre bom.

Como nesse momento, em que estou fazendo figuras de sombras com as mãos para que uma animada Rebeca possa adivinhar. E eu sequer precisei planejar isso, quando tudo apenas aconteceu.

Meu surto com Catarina em sua sala, ela me flagrando com Carolina, a raiva crepitando em seus olhos, a malfadada carona com o Tio Fábio, uma chuva torrencial e eu aqui.

Tudo bem, o destino teve uma tarefa árdua, mas tudo compensou para esse momento de calmaria com esse pinguinho de luz. Ela é falante como Guilherme era e possui seu sorriso. A forma de pegar no queixo da gente para chamar a atenção ou firmar as duas mãozinhas e evitar que possamos olhar para o lado.

Manias que seu pai tinha, não aceitando dividir espaço

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