21- Um gosto do passado.

Embora Elizabeth estivesse feito perguntas e mais perguntas para as quais ainda não tinha respostas, Theo queria ter continuado a conversa com ela e com Cléo, mas havia dito ao seu tio que iria lhe pegar no aeroporto assim que chegasse, então saiu.

— Olha só se não é meu sobrinho querido. — Donavan saudou erguendo os braços. Theo se desencostou do carro e foi lhe dar um abraço.

— Espero que tenha feito uma boa viagem. — Theo comentou assim que se soltaram.

— Foi bem menos trabalhosa do que acreditei que seria. — Donavan quase celebrou com tal facto. — E por aqui, alguma coisa nova? — Devolveu espectante. Se sentia um pouco monótono, e saber do sobrinho o que se passava, parecia o melhor.

— Isso foi um presságio ou algo do gênero? — Theo rebateu. Aquele dia estava sendo bom, e a conversa com seu tio o tornava melhor. — Mas não vá morrer de curiosidade Don, antes vamos para o carro. — Perante o olhar desconfiado, pegou a mala que arrastava seu tio e o guiou até ao carro.

— Parece que e
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