Um Rascunho

Crônica VII

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No peito se sente o ardor da paixão. Quiçá, queime, quiçá escureça.

Não, tudo é passageiro, eu sei. A efemeridade das circunstâncias modifica meu imo, meus sentidos, o meu "tido", este último, sim, porquanto eu teria tido um grande amor, teria tido uma história aventuresca, teria tido um respaldo miocárdio, um conforto existencial. Nem um nem outro. Nem nada. Apenas passageiros, no trem almário.

Como revoada sobre meu telhado, chuva de verão. Como espinhos das roseiras na minha mão.

Palavras não poderiam descrever o que a ausência que tu me traz provoca em mim. Se soubesse que meu coração é teu não teria partido e entregado para outro alguém.

Retroceder: verbo impossível de conter.

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