Naquele momento, Zeus só conseguia pensar em como o universo parecia estar do seu lado. Ele havia liberado Patrick para "buscar o amor", e, em troca, foi surpreendido com a visita inesperada de Diya no meio da noite.Escondendo a alegria e a empolgação que surgiram em seus olhos, Zeus manteve o semblante frio enquanto abria a porta do escritório. Com uma expressão de aparente surpresa, ele perguntou:— Diya, o que você está fazendo aqui?Diya, que estava distraída procurando pelo corredor algum sinal de Patrick, jamais imaginou que Zeus apareceria de repente atrás dela. Ao se virar e encarar a expressão impassível de Zeus, ela ficou completamente sem palavras. A desculpa que tinha preparado se perdeu em sua mente.— Ah… o Patrick não está aqui?Assim que as palavras saíram de sua boca, Diya sentiu vontade de sumir. Que pergunta mais sem sentido! Mesmo que ela estivesse constrangida, como poderia entrar no escritório de Zeus e perguntar sobre seu assistente? Isso só deixava ainda mais ó
Zeus estava ferido. E considerando que os cinco tios de Diya eram homens altos e corpulentos, era fácil imaginar quem havia sido o alvo da surra.— Não foi nada.Enquanto dizia isso, Zeus terminou o mingau que estava comendo e colocou a tigela de lado. No entanto, o movimento brusco acabou puxando o ferimento, e uma dor aguda e inesperada o atingiu. Ele precisou se controlar para não emitir nenhum som, mas sua expressão pálida e o suor que começava a surgir em sua testa não passaram despercebidos por Diya.Ela imediatamente se aproximou, preocupada:— Zeus, o que foi?— Nada. — Ele afastou a mão que Diya estendeu em sua direção e, com um tom frio, deu o recado. — Patrick não está aqui. Você precisa de mais alguma coisa? Se não, pode ir embora. Eu tenho trabalho a fazer.Se fosse antes, Diya provavelmente teria saído sem insistir. Mas agora, vendo Zeus claramente forçando o corpo além dos seus limites, ela não podia simplesmente ignorar.— Você está ferido e não descansa. O que você est
Diante das reclamações incessantes de Diya, Zeus não se sentia nem um pouco incomodado. Pelo contrário, aquilo lhe trazia um calor inexplicável ao peito. Ele sequer pôde evitar o pensamento: e se pudessem ficar assim para sempre?De repente, uma pontada aguda atingiu seu ferimento, fazendo-o reagir instintivamente e olhar para a responsável.— Você me machucou! — Reclamou Zeus.— Eu sei, fiz de propósito! — Diya respondeu sem um pingo de remorso. — Já tá todo arrebentado e ainda consegue fazer essa cara de tarado. Será que na sua cabeça só existe sexo? Não dá pra pensar em algo normal por um segundo sequer?Zeus abriu a boca, mas nem teve chance de se defender. No entanto, sem querer, seus olhos deslizaram pelo corpo de Diya, captando cada detalhe tentador. O decote generoso, as pernas longas e expostas enquanto ela se inclinava para trocar o curativo…A cena provocante encontrou um atalho direto para sua mente, trazendo à tona lembranças perigosas. Ele já conhecia aquele corpo, sabia
Zeus já havia partido fazia tempo. Diya passou a mão pelo espaço vazio ao lado dela, sentindo o frio que ele deixara. Não ficou nem um pouco surpresa. Ao se esforçar para se sentar na cama, ela finalmente percebeu o quanto Zeus havia sido implacável na noite anterior.Suas pernas estavam tão fracas que tremiam com o menor movimento. Qualquer tentativa de caminhar parecia impossível, muito menos sair da cama. Olhando ao redor, ela observou o ambiente desconhecido e franziu as sobrancelhas.Mesmo com o corpo naquele estado, ela sabia que não podia simplesmente permanecer para sempre no quarto de descanso do escritório de Zeus.Com os dentes cerrados, Diya se levantou com dificuldade. Quando seus pés tocaram o chão, suas pernas tremiam tanto que ela quase caiu. Porém, o movimento trouxe algo pior: um calor úmido escorreu de seu corpo, deslizando lentamente pela parte interna de suas coxas até alcançar os calcanhares.Quando ela percebeu o que era, a vergonha tomou conta dela por completo,
Uma onda de emoções acumuladas explodiu dentro de Diya, dissipando qualquer vestígio de afeto que ela pudesse sentir por Zeus.Sim, esse era o verdadeiro Zeus. Ela finalmente enxergava com clareza que nunca ocupou espaço algum no coração dele. Tudo não passava de uma ilusão tola da parte dela, que, ao vê-lo levar uma facada para salvá-la, se deixou levar por sentimentos intensos e irracionais, entregando-se de corpo e alma.Agora, tudo fazia sentido. Para lidar com Zeus, ela precisava aprender a bloquear o coração e trancar o amor. Só assim poderia proteger a si mesma. E ela… se esforçaria para conseguir.Sob o olhar autoritário e dominador de Zeus, Diya terminou de comer com dificuldade o café da manhã que Patrick havia se levantado cedo para comprar. Assim que terminou, sem olhar para trás, ela deixou o Grupo Santos.Em contraste com Diya, Zeus parecia estar de excelente humor. O homem que geralmente era um tirano perfeccionista no trabalho, naquele dia, transformou-se em um "lobo so
— Diya Gomes, se você não conseguir fazer Zeus Santos voltar para casa esta noite, não precisa nem pensar em voltar!Era véspera de Natal. As luzes brilhavam em todas as casas, famílias reunidas. Mas Diya, sozinha, acelerava sua moto pesada pela avenida à beira do rio, enfrentando o vento gelado enquanto se dirigia ao cruzeiro no mar para flagrar uma traição.Os rumores corriam em Cidade Malanje: Zeus, que não voltava para casa, havia gastado uma fortuna para alugar um luxuoso cruzeiro e fazer uma exibição de fogos de artifício para sua amante. Ainda ecoava em seus ouvidos o ultimato que sua sogra lhe dera no jantar de Natal da família Santos:— Diya, Zeus nem quer passar o Natal em casa porque não suporta ver você! Você está só ocupando espaço sem fazer nada. Se não conseguir engravidar do Zeus, é melhor acabar com esse casamento de uma vez e dar lugar a uma mulher que possa dar filhos para a família Santos!Já faziam dois anos de casamento. Diya sonhava todas as noites em ter um filh
Diya o observou em silêncio por dois segundos, e em vez de se irritar, abriu um sorriso. Seus olhos sedutores se curvaram como luas crescentes enquanto ela caminhava devagar até Zeus, com seus saltos altos ecoando pelo salão. Como se estivesse marcando território, ela tirou uma toalha umedecida e começou a limpar o local na camisa de Zeus onde Bianca havia tocado, agindo como se nada tivesse acontecido:— Você acha que eu queria vir para esse lugar cheio de fumaça? Só estou aqui porque o seu avô e a mãe insistiram. — Disse Diya, enquanto terminava de limpar a camisa dele e jogava a toalha no lixo, aproveitando para ajeitar a gola desabotoada. — Já se divertiu o suficiente? Se sim, que tal irmos para casa?— Ir para casa fazer o quê? Para fazer um filho com você? — Respondeu Zeus, seus olhos azuis brilhando com uma luz enigmática enquanto a olhava de cima, dominando-a com sua presença. — Você acha que é digna de ter um filho meu?Diya riu de tanta raiva que sentiu. Era como se uma abelh
Diya, com uma postura sedutora, chamava a atenção de todos. Cada bola caía nas caçapas com precisão impressionante! A técnica deslumbrante dela deixou todos boquiabertos! Que habilidade incrível! Não estava nada abaixo de Mestre Zeus! Parecia uma jogadora profissional!Não foi apenas a expressão das pessoas presentes que mudou. Até o rosto de Zeus se transformou. O som de alguém engolindo em seco era nitidamente audível. A lingerie sedutora que ela vestia, que mal-escondia seu corpo, deixava Zeus ainda mais irritado, seus olhos sombrios não desviavam dela nem por um segundo. Quem diria? Aquela esposa que ele deixava confinada em casa, quase nunca saindo, era na verdade uma mulher cheia de surpresas!A habilidade de Diya no bilhar não só surpreendeu os outros, mas até Zeus não tinha conhecimento disso.O assistente de Zeus, Patrick, percebeu que a situação estava saindo do controle e rapidamente chamou todos para sair!Bianca, no entanto, incapaz de perceber o que estava acontecendo, se