Capítulo 231: A Jornada Interior
Assim que os guardiões atravessaram o Véu, foram envolvidos por um espaço que desafiava a lógica. Não havia chão, nem céu, apenas um vasto vazio preenchido por luzes flutuantes que pulsavam como estrelas vivas. Era um lugar de paradoxos, ao mesmo tempo calmo e inquietante, belo e perturbador.

Celina sentiu sua respiração se acelerar. A energia ao redor parecia atravessá-la, tocando partes de sua alma que ela não sabia que existiam. Cada passo era como mergulhar mais fundo em um oceano de sensações.

— O que é isso? — perguntou Lira, sua voz quase um sussurro.

Elias, sempre sereno, respondeu sem hesitação:

— Este é o coração do Véu. Aqui, o tempo e o espaço não têm significado. Tudo o que somos e tudo o que poderíamos ser se encontra neste lugar.

Enquanto ele falava, as luzes ao redor começaram a tomar formas. Eram memórias, reflexos de vidas passadas e possibilidades futuras. Celina viu uma cena que a fez parar: ela mesma, segurando um cristal reluzente em um mundo destruído,
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