Todos los capítulos de O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino: Capítulo 11 - Capítulo 20
20 chapters
O Vazio Que Permanece
Jonathan quando chega ao portão principal da mansão, os seguranças recuam ao ver seu semblante sombrio. Sem esperar por qualquer sinal, ele empurra os portões e avança. Seus passos são firmes, determinados, cada célula de seu corpo consumida pelo fogo da possessividade e da ira.Marta e Eduardo já estão do lado de fora. Ela parece menor do que nunca diante da grande mala aos seus pés. Eduardo, por outro lado, está próximo demais. Próximo o suficiente para alimentar os demônios que gritam dentro de Jonathan.— O que diabos está acontecendo aqui? — Sua voz corta o ar como uma lâmina afiada. Marta se sobressalta. Eduardo se coloca instintivamente à frente dela, o que apenas acende mais o fogo que arde dentro de Jonathan.— Você não tem o direito de falar comigo assim. — Marta responde, a voz ainda trêmula, mas carregada de uma determinação que ele não esperava. — Você me expulsou, eu estou indo embora. Não há mais nada que me faça permanecer aqui.Jonathan solta uma risada amarga. O ven
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 Entre a Dor e a Compreensão
Marta encara a cidade que se desenrola pela janela do carro. A paisagem passa em um borrão de luzes e movimentos, mas nada disso a distrai do peso que carrega no peito. Eduardo mantém uma das mãos no volante e a outra apoiada no câmbio, os olhos atentos ao trânsito, mas a expressão séria deixa claro que sua preocupação está nela.— Você quer falar sobre o que está sentindo? — ele pergunta, quebrando o silêncio que se instalou entre os dois.Ela hesita por um momento, respirando fundo antes de responder.— Não sei nem o que sinto agora... só parece que tudo desmoronou de uma vez.Eduardo solta um suspiro curto e volta a atenção para a rua. Ele já viu esse tipo de olhar antes, já conheceu gente que perdeu tudo e se perdeu junto. Mas Marta... Marta não merece passar por isso.— Você não precisa enfrentar essa situação toda sozinha. — ele diz, a voz carregada de certeza. — E muito menos precisa dormir na rua. Você vai ficar comigo o tempo que for necessário.Ela abaixa o olhar para as pr
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Pesadelo real
A noite avança e após todas as emoções vividas, Marta toma um banho e se deita confortavelmente, após uns minutos, as pálpebras pesam. Ela se entrega ao torpor, ao sono inquieto que sempre a recebe com sombras e lembranças cortantes.Então ela sente. Um peso. Esmagador, sufocante.Marta ofega, o ar lhe escapando dos pulmões quando percebe um corpo sobre o seu. Uma mão áspera e suja se aperta contra sua boca, abafando o grito que nasce em sua garganta. O cheiro de álcool, suor e cigarro invade seu nariz, revirando o seu estômago. Ela se debate instintivamente, mas o agressor é forte, muito mais forte.— Fica quieta... — a voz dele sussurra, carregada de um desejo podre. — Vai ser rápido, basta você colaborar.A blusa fina se rasga com um som seco, e o ar gelado encontra sua pele exposta. Logo, a boca do agressor alcança o seu mamilo com brutalidade. O contato violento causa uma dor aguda, e Marta sente as lágrimas queimando os seus olhos, incapaz de reprimi-las, enquanto o homem conti
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Ausência e Desejos Não Ditados 
Jonathan desperta cedo, mas a sensação de cansaço permanece. O banho frio não o desperta como deveria, nem a roupa impecável que veste lhe devolve o controle que tanto preza. Ao descer as escadas, o impacto vem como um soco seco no estômago, a mesa do café da manhã do dia anterior ainda está posta, intocada, como um lembrete cruel do que aconteceu.Ele para por um instante. O cheiro do café que sempre o recebia, o prato de tapioca quente esperando por ele… tudo isso continua ali, do dia anterior. Ele recolhe tudo e coloca na lixeira. O espaço parece maior, mais vazio. Marta se foi. E a casa se tornou uma imensidão de silêncio e memórias incômodas.Jonathan resmunga, negando-se a fixar esses pensamentos. Ele caminha até a cafeteira, insere uma cápsula e observa o líquido fumegante escorrer para dentro da xícara. Dá um gole, mas o sabor não preenche o vazio. Pega um pão, passa manteiga, acrescenta queijo e presunto e coloca na sanduicheira. O cheiro da comida aquece o ambiente, mas nã
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O Vazio 
O som do gelo tilintando no copo de whisky é a única coisa que Jonathan realmente escuta. O riso alto de Ravi e Rui, as vozes femininas sussurradas ao redor, a música abafada ao fundo... tudo se mistura em um zumbido distante. Ele gira o líquido dourado no copo, a mente vagando para um lugar que ele não quer explorar. Mas quando seus olhos recaem sobre ela, a decisão é automática.Uma loira. Pele impecável, corpo escultural. Olhos baixos, treinados para seduzir sem dizer uma palavra. Jonathan apenas aponta. A escolha foi feita. Como sempre, segue o ritual, sem olhar para o rosto da profissional.No quarto reservado da mansão, o silêncio é cortado apenas pelo farfalhar das roupas sendo removidas. Jonathan se posiciona diante da poltrona de couro, o olhar predatório não permitindo questionamentos.— Chupa o meu pau. — Sua voz é rouca, carregada de desejo bruto.A loira sorri de canto, deslizando a língua pelos lábios antes de envolvê-lo com sua boca quente e experiente. Jonathan solta
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Cuidado e amizade 
Marta sai rindo do quarto de Eduardo e segue para o seu quarto, não há tempo para preguiça. Seu corpo age por instinto, como se ainda estivesse nos dias em que acordava cedo para organizar o café da manhã de Jonathan e deixar a mesa impecável. O chuveiro quente desperta os seus sentidos, mas é o aroma do café que realmente a faz sentir-se viva. Ela prepara o café da manhã com dedicação, organizando cada detalhe como se fosse uma cerimônia silenciosa. O cheiro de pão torrado e café fresco preenche o espaço enquanto ela varre o chão e tira o pó dos móveis. Tudo parece em ordem. Tudo parece normal. Até Eduardo aparecer.Ele surge na cozinha, ainda sonolento, os cabelos bagunçados e a expressão tranquila de quem dormiu bem. O short folgado cobrindo a boxe mal cobre as suas coxas definidas e ainda deixa claro um certo volume, que não passa despercebido, e o seu porte atlético é um lembrete do quanto Eduardo é, acima de tudo, um homem, e que homem. Marta abaixa o olhar instintivamente, sent
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Ciúme e Desafio
Eduardo desperta com o primeiro raio de sol atravessando as frestas da cortina. Seu corpo se move com a naturalidade de quem está sempre pronto para a próxima batalha, mas, dessa vez, o campo de guerra é outro. Toma um banho rápido, veste a calça e a camisa, ajeita os cabelos ainda úmidos e segue para a sala. O cheiro de café fresco e pão quente o atinge antes mesmo de virar o corredor. Ao chegar, a cena o pega de surpresa, uma mesa impecavelmente posta, frutas cortadas com precisão, suco fresco e tudo meticulosamente organizado.— Bom dia, Eduardo! — Marta sorri, animada, servindo-se de café.Ele senta-se, pega um pedaço de mamão e um pão ainda quente, observando-a com um olhar misto de surpresa e gratidão.— Marta, aprecio sua companhia, de verdade. Mas você não precisa fazer tudo isso por mim.Ela cruza os braços, fitando-o com um brilho desafiador no olhar.— Você não disse que seria um irmão para mim? Pois bem, eu e a minha mãe sempre cuidamos do meu pai e do meu irmão assim. E g
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NO TATAME DA VERDADE
A asa da xícara de café ainda está entre os dedos de Jonathan, mas ele sequer termina o líquido fumegante. Sua mente está longe, presa no olhar magoado de Marta naquela malldita manhã. Ele quer apagar aquela cena, arrancá-la da cabeça, mas a culpa se recusa a ceder. Seu humor é um campo minado prestes a explodir, e Eduardo, sentado à sua frente, sabe exatamente como acender o pavio.— O que foi, Jonathan? — a voz de Eduardo carrega uma provocação afiada. — A sua obsessão por Marta só funciona entre quatro paredes? Porque aqui fora, você é só um homem perdido que não sabe lidar com os próprios sentimentos.Jonathan cerra os punhos, os músculos do maxilar saltando de tanta tensão. O sorriso satisfeito de Eduardo é um soco invisível que o atinge diretamente no ego. Ele sabe que está sendo manipulado, mas não consegue evitar a onda de fúria que lhe sobe pelo peito.— Quer resolver isso, é? — Eduardo se levanta provocativo. — Vamos ver se você ainda tem alguma coisa dentro dessa cabeça d
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Uma dança inocente
Jonathan respira fundo ao parar no estacionamento e, antes mesmo de abrir a porta, sente um olhar cravado nele. Eduardo já está encostado no carro, os braços cruzados e aquele maldito sorriso que mistura deboche e entendimento. Jonathan detesta isso. Detesta que Eduardo o enxergue tão bem, como se conseguisse ver através da fachada impenetrável que ele construiu, mas é grato por sua amizade verdadeira e por ser o único que o enfrenta na vida e no tatame. O silêncio entre eles dura segundos, mas carrega peso. Jonathan se aproxima devagar, e Eduardo, sem pressa alguma, destrava o carro.— Para onde? — Eduardo pergunta, fingindo desinteresse.— Preciso ver Marta. — Jonathan ajeita o relógio no pulso. — Pagar os dias que ela trabalhou.Eduardo estreita os olhos e inclina um pouco a cabeça.— Você quer o amigo ou o motorista?Jonathan prende a respiração por um instante. Ele já deveria saber que Eduardo não facilitaria em nada.— Um homem respeita o outro, Eduardo, seja sincero e me respo
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Verdades Enterradas
O sorriso de Marta ainda brilha em seu rosto por uma fração de segundo, mas se desfaz assim que seus olhos encontram os de Jonathan. O ar entre eles parece mudar, carregado de algo que nenhum dos dois consegue definir. Marta engole em seco, a respiração descompassada, sem saber ao certo por que sente um aperto no peito, mas ela demonstra medo e dá dois passos para trás.Eduardo assiste à cena como um espectador privilegiado de um jogo perigoso prestes a começar.O clima fica tenso, quase palpável. Jonathan observa Marta de relance enquanto ela termina de organizar a sala, mas ela evita o seu olhar, concentrando-se no que fazia. Eduardo, percebendo a tensão no ar, decide aliviar a situação.— Tem sopa. — Ele diz, casualmente. — Feita por ninguém menos que nossa talentosa chef Marta.Jonathan, sem muita escolha e sem querer prolongar o desconforto, apenas assente. Marta suspira, ainda sentindo um peso no peito, mas se levanta para pôr a mesa.Após deixar a mesa impecável, ajeita uma m
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