Selene permaneceu quieta por um longo tempo, absorvendo cada palavra dos sequestradores enquanto arquitetava sua fuga. Eles eram desorganizados e ingênuos, sem a menor estrutura para conduzir um sequestro dessa magnitude. Então, num momento oportuno, ela soltou um suspiro longo e teatral, chamando a atenção deles.— Estou com fome. — Sua voz soou firme, mas sem arrogância.Os vampiros se entreolharam, incertos sobre como lidar com isso. Um deles coçou a nuca, claramente despreparado.— O que a gente faz com isso? — murmurou Joab, desconfortável.— Se ela desmaiar, vai ser pior para negociar, não é? — argumentou outro, hesitante.No fim, após lhe oferecer um pedaço de pão embolorado, um deles desamarrou suas mãos, resmungando que ela deveria se virar sozinha, mas a mantiveram sob vigilância. Selene mal conteve um sorriso triunfante. Eles haviam cometido um erro. Agora, só precisava esperar o momento certo para escapar.Fora dali, em um dos muitos becos imundos da Cidade Baixa, um human
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