Elisabeth.Logo um garçom vem em nossa direção, ele é bem bonitinho, não nego, mas prefiro mil vezes os meus homens idiotas e possessivos. ― Boa tarde, meus senhores e senhorita, o que irão pedir? Fico aliviada ao vê-lo falar em inglês. — Nós queremos a comida mais cara do cardápio. Arregalo os olhos. ― Certo, meu senhor, daqui a pouco traremos vossos pratos. — Ele se curva e nos deixa sozinhos novamente. Olho feio para os cinco. ― Por que caralhos vocês não pedem algo barato? ― Pergunto, um pouco brava. ― Comidas baratas são sem graça demais, querida, preferimos coisas caras. ― Dylan pisca para mim.― Vocês são tudo uns burgueses safados. Todos riem. ― Isso não negamos, coração. Reviro os olhos. ― E se eu acabar não gostando da comida, hein? ― cruzo os braços. ― Você vai gostar, disso nós temos certeza. As comidas mais caras são as mais deliciosas. Suspiro. ― Além disso, gostamos de dar o melhor para a nossa mulher. ― Alex sorri. ― Tudo bem. Enfim, eu quero saber
Thomas.Não consigo dormir direito. Meus pensamentos estão voltados para o pesadelo que Elisa teve, vê-la tão assustada me causou uma sensação ruim, deixando-me inquieto. Confiro as horas, vendo que já são seis horas e respiro fundo, sentando-me na cama, espreguiçando meu corpo. Saio da cama e vou até o banheiro, já tirando minhas roupas de dormir e sigo para um banho gelado. Gosto de banhos gelados pela manhã, me desperta e me deixa ativo pelo resto do dia. Pego o sabonete e me ensaboo, depois lavo meus cabelos com shampoo e penso em Elisa, o jeito que ela gosta de segurá-los bem forte quando a chupo, e logo penso no dia de ontem, no escritório. Aquilo foi gostoso demais. Melhor eu parar de pensar nisso, senão vou ficar excitado. Essa mulher mexe conosco de um jeito que não sei explicar. Eu a amo demais. Saio do banho e pego a toalha do cabide, enrolando-a na cintura. Caminho até a pia e escovo meus dentes. Penso em fazer minha barba, mas capaz de Elisa me matar por isso, muita
Thomas.Assim que os meninos o penduram, vou até ele. ― Não vai falar nada não? ― Sorrio com a sua atitude. ― Isso é bom para mim. Respiro fundo e acerto com força o bastão em suas costelas, fazendo-o gritar de dor. O bastão fica preso na carne e puxo-o com força. Ele grita ainda mais. ― Ahhhhhhhh! Isso me faz rir. ― Você não disse que não estava com medo? ― Vejo suas lágrimas caindo pelas bochechas. ― Oh, querido, não precisa chorar. A festa mal começou. — Acerto agora sua barriga, fazendo-o cuspir sangue e acerto suas costelas de novo, gargalhando. — Isso é maravilhoso — aproximo-me e seguro seu queixo. — Quem mandou você roubar as minhas coisas? Ele nem consegue abrir sua boca, sorrio ainda mais. ― E-eu não vou dizer. Nego com a cabeça. ― Isso é tão lamentável. ― Me afasto dele e olho para Akira. ― Akira, me diga, esse infeliz tem família? — questiono, indo até a mesa para pegar outra arma e descarto o bastão todo ensanguentado. ― Sim, meu senhor, ele tem uma filha d
Christopher.10:00 ― Empresa ― Itália.― Ah, que dor de cabeça da merda! — exclamo, gemendo de dor. ― Está doendo? ― olho mortalmente para o Alex, que ri. ― Não, eu só estou aqui gemendo para praticar sexo com a Elisa. O resto dos meninos segura suas risadas com a minha resposta. ― Eu só estava brincando, seu grosso. ― Cruza os braços. ― Ficasse calado para não receber a minha grosseria. ― Digo, fazendo-o bufar. ― Parou, gente? Parem de ser infantis. ― Dylan nos repreende. ― E eu sou o mais velho aqui e estou recebendo sermão do meu irmão mais novo. ― Digo, fazendo-o sorrir de leve. ― Me entregou a máfia porque quis. Reviro os olhos com isso. ― Enfim, quero ir embora, a minha cabeça parece que vai acabar explodindo só de ver esses papéis aqui. ― Digo, colocando a minha testa na mesa.― Se está com dor de cabeça, é só pedir ao Geovani trazer um remédio para você.Suspiro. ― Nós vamos continuar fingindo que nada está acontecendo? ― Pergunto, fazendo-os me encarar. ― É só ir
Dylan.Quando aquela merda toda aconteceu com o meu irmão, a única coisa que senti foi raiva, e é tudo o que sinto nesse momento. Aquela puta desgraçada não tinha o direito de tentar algo contra o meu irmão. Estou com muita vontade de matá-la, mas infelizmente ainda não posso fazer isso porque tenho que descobrir a verdade ainda. Só sei que tem dedo daquele infeliz no meio disso tudo, e ele pagará caro por isso. Suspiro e termino de me arrumar, hoje vou para o galpão torturar aquela infeliz de merda. Vou conseguir arrancar algumas informações dela. Pego minha arma e coloco no coldre do meu paletó. Ao sair do meu quarto, vejo Elisa sair do quarto de Tom e ela sorri de lado, vindo até mim e beijando meus lábios, isso me acalma um pouco.― Vai sair? ― Pergunta, passando a mão em meu peito. ― Sim. ― Esfrego o polegar em sua bochecha, fazendo seus olhinhos fecharem. — Fique em casa e não saia de jeito nenhum, eu irei resolver algumas coisas com o Christopher, o Tom vai ficar com você. E
Dylan.Christopher retorna com uma caixinha com várias agulhas e dou uma risada. — Que tal colocarmos essas agulhas em sua boceta feia? — pergunta, com um sorriso macabro. Ela arregala os olhos. ― Fique longe de mim! Reviro os olhos com esses gritos de merda. ― Coloque uma fita na boca dela, irmão, só de ouvir essa voz já me dá dor de cabeça. ― Digo, até ele e pegando a caixinha de agulhas da sua mão.― Muito bem. ― Ele vai mais uma vez até a mesa e pega uma fita. ― Essa vai ser a sua última chance, você pode morrer rápido se nos contar quem mandou você fazer aquilo com o Lorenzo, mas se recusar, terá uma morte muito lenta e bastante dolorosa. Ela cospe no peito do Christopher e imediatamente dou um tapa na cara dela. ― Você vai sofrer. Me deixe torturá-la, irmão. Christopher tapa a boca dela com a fita e se afasta, sorrindo, enquanto dobro as mangas da minha camisa. ― Você vai se arrepender por ter feito o que você fez. — Abro a caixinha de agulhas e pego uma, elas são gra
Alex.Os meninos vão embora com Elisabeth e permaneço na sala de espera do hospital. Minhas costas estão doendo bastante por ficar sentado nessa maldita cadeira, algumas mulheres passam por mim e me olham com desejo. Bem, se eu não fosse comprometido, iria adorar esses olhares. No entanto, há momentos que não gosto quando me olham assim, é desconfortável, me pergunto se elas não namoram, pois não podem ver um homem bonito que abrem suas pernas facilmente, isso me irrita demais. Horas se passam e o dia amanhece, vou pegar um café para mim, estou parecendo um zumbi e todo ferrado por culpa daquela cadeira de merda. Envio uma mensagem para Dylan, avisando que daqui a pouco a visita será liberada. Eu queria dormir mais um pouco, mas tenho que ficar de olho no meu irmão, não confio em ninguém desse hospital. Pego meu café e retorno à sala de espera, sentando-me novamente. Dou uma golada generosa na minha bebida quente e, imediatamente, desperto. Café é ótimo para todas as ocasiões.
Alex.Estamos ao lado de fora do quarto de Lorenzo enquanto Elisa o ajuda a trocar de roupa, pois meu irmão ficou terrivelmente agitado e insistiu voltar para casa nesse momento. Eu não quero isso, ele precisa continuar aqui, mas fazer o quê? Ele é um homem muito teimoso, Elisa concorda comigo e já deu uma bronca nele, só não conseguimos fazer muita coisa. Christopher está assinando alguns papéis de termo de responsabilidade e a alta do nosso irmão. Logo, a porta se abre e Elisa vem com Lorenzo logo atrás, que sorri grandemente. Olho o pescoço de Elisa e vejo um chupão. ― Você realmente não tem jeito, irmão, mesmo machucado, não aquieta esse fogo no rabo. Ele ri e entrelaça os dedos com a Elisa. ― Fazer o que, irmão, a nossa querida Elisa é muito deliciosa e merece ter um chupão em todo seu corpo. Reviro os olhos e todos gargalham. ― Enfim, vamos logo. Na recepção, encontramos Christopher à nossa espera. — Vamos, o médico disse que ele nem deveria sair daqui — fala sério.