Capítulo 25
Sarah.

Ao chegar ao quarto, fechei a porta e me encostei nela. Meu corpo tremia e estava quente. Ter Henrique próximo a mim sempre me causava coisas incontroláveis. Era como se meu corpo ansiasse por seu toque em cada lugarzinho dele. Era algo incontrolável, mas que me deixava furiosa por sentir.

— Arrr — soltei um suspiro frustrado.

Desencostei-me da porta e andei até a cama, onde me sentei. Joguei minha cabeça de um lado para o outro para me livrar dos pensamentos pervertidos que a povoavam.

— Não posso sentir isso. Não devo desejar o Henrique. Não devo querer seu toque em meu corpo quando tenho um homem maravilhoso, que me ama, que cuida de mim e se importa comigo e minha filha. Pare de ser uma filha da puta pervertida, Sarah. — Me recriminei.

Soltando alguns suspiros, deitei-me na cama e fiquei olhando para o teto.

Eu estava há mais de um ano em um relacionamento com o Gustavo e, ainda assim, não conseguia amar como amo o Henrique. Nosso sexo é bom, às vezes maravilhoso, mas era co
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