Sarah.Cinco dias depois...— Como você está, Sarinha? Se sente melhor? — Alexandre perguntou, entrando na cozinha onde eu preparava a comida da Cristal.Já tinham se passado cinco dias desde o enterro do meu noivo, mas, por mais que os dias se passassem de forma rápida, eu ainda estava presa no dia do enterro e a dor por sua perda era terrível.— Ainda não acredito que ele se foi — minha voz embargou e Alê veio me abraçar.— Não fica assim, maninha, Gustavo não gostava de te ver chorar. — falou, mas sua voz também estava embargada.Gustavo era seu melhor amigo e eles se conheciam há anos. Era doloroso para ele também a perda do amigo.— Hoje é a leitura do testamento dele. — avisou.— Eu sei e você vai comigo. — intimei.— Nunca te deixaria sozinha. — falou, sorrindo e beijando minha testa.Terminei de fazer o almoço da minha filha e fui pegá-la para lhe dar comida. Depois de alimentá-la, brincamos com ela um pouco e fui lhe dar banho para levá-la para a casa da Amely.Cristal iria fi
Marcos.Um mês depois...— Como você está? — Pergunto ao Henrique, entrando em sua sala.— Estou bem! Vou buscar Cristal daqui a pouco. Amely e Eduarda chamaram Sarah para irem a uma balada hoje.Sentei-me no sofá de sua sala e ele se sentou ao meu lado.— Sim, Amely me falou sobre isso. Você pode levar a minha sobrinha lá para minha casa, se quiser, eu vou ficar em casa com as crianças.— Talvez eu vá mesmo. Cristal ama brincar com os primos. — falou, sorrindo. Seus olhos se iluminavam ao falar da filha.— Como a Sarah está? Sei que você tem passado bastante tempo na casa dela.— Está melhorando. Ela passou os primeiros dias depois da morte do noivo bem deprimida, mas agora está bem melhor.— Foi um choque para todos nós a morte do Gustavo.— Foi, sim, ele era um cara bom e amava a Sarah e minha filha como se fosse dele.— Estou muito orgulhoso de você, seu amadurecimento depois que se tornou pai foi impressionante. — Eu estava realmente feliz pelo homem que meu irmão se tornou.— Eu
Amely— Amor da mamãe, você precisa dormir, pois a mamãe precisa sair um pouquinho para se divertir com as amigas. — Tento negociar com o Theo, mas ele permanece com os olhos abertos e cara fechada.— Não! Mama, meu. Mama meu — repete, bravo.— Eita, que menininho mais possessivo esse meu, hein. A mamãe é sua, mas ela tem que sair também.— Não, mama meu, só meu, mama — ele acabou de fazer um ano e tudo dele é esse negócio de meu. Theo começou a falar e a andar muito cedo, seu desenvolvimento está sendo mais rápido que o de outras crianças.— Theo, tem que dividir — a voz grave de Marco surge no quarto do nosso pequeno, arregalando os olhinhos assustados.— Papa, meu, mama.— Nós somos seus, mas a mamãe vai sair e vamos ficar você, Helena, papai, tio Henrique e Cristal, faremos uma farra — Marcos pega-o no colo e o j**a para cima, fazendo-o gargalhar.— Vai ser realmente uma farra — comentei sorrindo e me levantei da poltrona, na qual faria nosso filho dormir.— Pode ir tomar banho, eu
Sarah.— Não está muito chamativa essa roupa? Escolhi um body rendado com strass na parte do busto e uma minissaia – lápis com um zíper na frente na cor preta.— Não, você está linda e gostosa — elas, Duda e Amely, falam de forma maliciosa e com cara de safada.— Se não gostasse tanto de homem, eu te pegava — Amely fala e caímos na gargalhada.— Todas aqui gostamos de homens, infelizmente. — Nossos maridos são homens maravilhosos, Sarah. — Duda defende.— Eu sei que são, mas no meu caso, não tive boas experiências com o sexo masculino. Tirando o Gustavo, claro.— O Henrique mudou e você já percebeu isso. — fala Amely.— Mudou, sim, mas ainda não ao ponto de eu querer ficar com ele de novo.— Por que você não dá uma lição nele? Meu cunhado está acostumado a sempre usar as mulheres e depois as dispensar. Pagar na mesma moeda seria incrível. Fazê-lo sentir a mesma sensação que as mulheres descartadas por ele sentem é bom para diminuir um pouco mais seu ego.— Amely está certa, Sarah. He
Henrique.Quero matar a minha cunhada!Ela levou a Sarah para essa m*****a balada de propósito só para me ver sofrer.Porra, a roupa que ela estava usando era de tirar a sanidade de qualquer um.Ela estava gostosa demais e eu queria tirar aquela roupa de seu corpo e a devorar inteira.— É, irmão, acho que você perdeu de vez. — Marcos diz, me mostrando o vídeo que sua esposa gravou da Sarah dançando e um monte de macho a comendo com os olhos.— Ela fez de propósito, não foi?Meu irmão apenas ri, sabendo a diaba que tem como mulher.— Cara, ela vai me pagar por isso.— Ela só está querendo que você abra o olho e pegue a Sarah para você. Ou você toma logo uma atitude ou vai perdê-la de vez.Não penso duas vezes antes de pedir para que ele cuide da Cristal e me passe o endereço da balada. Meu irmão me passa a localização de onde as meninas estão e eu me levanto para ir embora.— Eu te levo e assim aproveito para trazer as meninas — Alan, que estava brincando com nossos filhos, se levanta e
Henrique.Ainda no carro, nós ligamos para meu irmão e perguntamos como Cristal estava. Nossa filha ainda mamava no peito durante a noite e ficar longe dela nessa fase era complicado, ainda mais sendo a noite toda.Meu irmão atendeu no segundo toque e nos garantiu que ela estava bem, que se quisesse mamar, Amely lhe daria o peito.Minha cunhada ainda tinha leite, pois meu sobrinho ainda mamava também.Tranquilos com relação à nossa filha, nós seguimos caminho rumo à minha casa. Acelerei o carro, pois queria chegar lá o mais rápido possível. Estava louco para passar a noite com Sarah, com ela em meus braços, com saudade de amá-la muitas e muitas vezes. Hoje, nós iríamos por boa parte do tempo perdido. Dos meses que ficamos longe um do outro.Assim que chegamos à minha casa, nós entramos e eu já peguei Sarah pela mão e a levei para meu quarto, devorando sua boca no processo. Meu desejo por ela atingia níveis alarmantes e nunca vivenciados por mim. Sarah havia entrado em meu sistema e eu
Sarah.Henrique apertou de leve e chupou meus seios, aumentando meu prazer: eles estavam sensíveis devido à amamentação. Rebolei em seu pau com movimentos lentos para frente e para trás, toquei meu clitóris e gritei ao sentir que meu orgasmo estava perto. Henrique largou meus seios, segurou forte minha cintura e aumentou as estocadas em meu interior. Meu orgasmo veio com tudo enquanto eu quicava em seu quadril com a ajuda dele. Caí sobre seu peito sem forças, sentindo minhas pernas, feitas gelatina de tão bambas que estavam.Henrique continuou me penetrando de forma rápida e certeira até que se derramou em meu interior, enchendo a camisinha com seu gozo. Ficamos abraçados por um tempo até eu sair de cima dele e o deixar livre para descartar o preservativo. Devido ao meu histórico de engravidar mesmo com camisinha, agora eu tomava anticoncepcional injetável para evitar outra gravidez.Estiquei-me na cama tentando recuperar o fôlego e Henrique voltou a se deitar ao meu lado e me abraçou.
Sarah.— Está tudo bem, moça? — perguntou o motorista do táxi que eu havia pedido ao sair da casa do Henrique.— Está sim — respondi sem olhá-lo porque não estava.Eu estava chorando e com meu peito doendo de vontade de voltar e me jogar nos braços do Henrique de novo.Tentei me acalmar e liguei para Amely.— Sarinha, minha linda, eu espero que tenha aproveitado bem sua noite — comentou, rindo, assim que atendeu ao telefone.— Oi, Amely, aproveite, sim. — Funguei.— Está chorando! O que foi? Henrique te destratou? Eu vou dar na cara dele.— Não foi nada disso. Será que você pode levar Cristal para minha casa? Eu não estou em condições de ir buscá-la aí.— Claro, meu amor. Eu levo, sim.— Obrigada, amiga. Beijo, tchau!— Tchau! Minha linda, nós nos vemos mais tarde.Desliguei o celular e voltei a olhar pela janela com meu coração apertado e minha mente confusa.Cheguei à minha casa e fui direto para o meu quarto tomar banho. Tirei a roupa que eu vestia e me olhei no espelho. Eu estava t