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— Não me importo se matou eles ou não. Só me tira uma dúvida, agradeço agora ou depois? — diz ele e ergo minha sobrancelha. Puxo a cadeira e sento em sua frente — Pergunte o que quiser, contarei tudo! — afirma — E mesmo depois que eu contar tudo, você mude de ideia e me mate, tudo bem, eu não ligo...

— Não? — pergunto e ele nega com a cabeça — Por que? — ele encara o chão, parece distante.

— Porque eu não tenho coração, já não sinto porra de nada. Quando eu tinha 12 anos, estava dormindo em casa com meus pais, tava tudo normal. Havíamos nos mudado a pouco tempo por conta de problemas financeiros, eu ainda não conhecia nada e nem ninguém... E naquela noite eu acordei com um barulho alto, como se alguém tivesse chutado a porta, me levantei, mas não sai do quarto até ouvir meu pai gritar mandando alguém sair da nossa casa e logo em seguida minha mãe gritou bem alto. Eu corri para o quarto deles e vi meu pai sendo chutado por três caras enquanto Pazzo tentava agarrar minha mãe, ele batia
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