40. Mente bagunçada
Ceyas

Ergo-me da cama sentindo que toda a minha mente está prestes a fumegar. Não só ela, a minha pele também pinica, incomoda, como se o colchão não fosse confortável. Solto um suspiro irritado, pondo os pés com força contra o piso.

É apenas uma noite, uma porra de noite, e não consigo dormir na minha própria cama. Bufando, caminho para o quarto que sequer tem os mesmos resquícios da mulher, no entanto, apenas entrar nele me deixa mais calmo, abranda a confusão quente que fez o meu cérebro me despertar.

Jogo-me na cama e solto uma nova lufada de ar frustrada. “O que diabos está acontecendo comigo?”, me questiono, ponderando sobre o que o meu amigo disse, não foi o único. Kanoi também agiu como se eu devesse observar melhor os meus arredores.

Viro-me ficando de lado, já que o pensamento me incomoda.

Não quero considerar que a possibilidade mencionada seja verdade, porque, se for, nós dois agimos como idiotas. Pelo que dizem, deveríamos saber automaticamente que a pessoa que encontramos
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