Deus não liga

Doze horas para a oficialização.

Ele estava naquele portão, agarrado as barras de ferro grosso das grades, as apertando tão forte e as forçando com toda sua força, e apenas um nome escapava de seus lábios: Hanna!

Esse, ele gritava a plenos pulmões, mas nada acontecia, absolutamente nada. O jardim estava tão bonito quanto jamais estivera, a casa recebera uma nova cor, havia uma vida estranha ali onde um dia ele chamou de lar. Tudo parecia mais luxuoso, mais ornamentado… Uma fonte de água estilo renascentista jorrava e jorrava água, e então finalmente ele a viu…

A mulher que era completamente louco e apaixonado bem ali, parada na porta principal, usando nada mais que um biquíni muito pequeno e rosa. Sobre a pele leitosa escorria um sobretudo de praia branquinho em transparência. Os cabelos longos negros caiam como cascatas perfeitas e lisas enquanto ela sorria, um sorriso pleno de felicidade. Seus olhos estavam tão luminosos e naquele instante ele julgou serem para ele, era dele aquele
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