Capítulo 37

LEONARDO RIZZI NARRANDO.

VERONA, ITÁLIA.

Ao abrir a porta da sala, Rafaella estava caída no chão da sala, inconsciente, com Rocco parado ao seu lado, como se fosse uma estátua. O meu coração quase parou de bater. Gritei pelo seu nome.

— Rafaella!

Me ajoelhei ao seu lado, desesperado. Aproximei meu rosto do dela, procurando sinais de vida. Seu peito subia e descia levemente, indicando que ela ainda respirava. Toquei seu rosto, meu desespero crescendo a cada segundo.

— Rocco, o que você fez? Desgraçado. — Eu gritando, me virando para ele com uma raiva que nunca havia sentido antes.

Rocco, que normalmente é tão seguro de si, parecia agora um menino assustado. Ele gaguejou, tentando se explicar.

— Nós... nós discutimos. Ela foi subir a escada, e... e se desequilibrou. Não foi minha culpa!

— Sua culpa ou não, você vai torcer para ela não morrer, ou eu acabo com você! — Gritei com minha voz saindo falhada pelo medo e a raiva.

Eu sabia que não podia perder tempo ali. Peguei Rafaella nos bra
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