Capítulo 62

Vittorio Bianchi

Acordo e sinto como se estivesse tendo um djavú, sentir o cheiro da Heloísa em meus braços é como se eu tivesse no paraíso, meu filho, se mexe me trazendo a realidade. Não foi um sonho, a Helô, está em meus braços, passamos a noite juntos, como se nada tivesse acontecido.

Olho para baixo e vejo os fios dourados da Helô espalhados pelo meu peito. Sua respiração é tranquila, seus dedos entrelaçados aos meus. Meu coração aperta. Seis meses. Seis meses de distância, de mágoa, de noites em claro me perguntando se um dia voltaria a tê-la assim, tão perto.

Mas a realidade me puxa de volta. Meu filho se remexe novamente como se procurasse pelo meu calor, O instinto me faz me mover, mas antes que eu possa me levantar, Helô suspira e se aninha ainda mais em mim. Meu corpo reage ao toque dela, como se nunca tivéssemos passado tanto tempo afastados.

Fecho os olhos por um instante, absorvendo aquele momento que parece frágil demais, como se fosse desmoronar a qualquer seg
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