DUQUE THESIODe volta ao primeiro andar, caminhei em direção ao salão.Empurrei a porta e a encontrei de pé, observando o jardim pela janela.Meus olhos desviaram para o vestido justo que ela usava, ousado como tudo nela.As curvas sensuais de seus quadris e seu traseiro me faziam imaginar tantas loucuras prazerosas sob os lençóis da minha cama.— Querida, demorei muito? — fechei a porta e me aproximei com passos firmes.Ela se virou e me deu um sorriso provocante.— Não, Vossa Excelência, foi pouco tempo.Peguei-a pelos ombros e me inclinei para beijar suas bochechas.Como sempre, pressionei meus lábios bem perto dos cantos da sua boca, quase no limite de beijar aqueles lábios suculentos.Brenda sempre virava o rosto; hoje me deixou sair com a minha.— Foram gentis com você? A que devo sua visita repentina? Venha, sente-se...— Não, espera, Thesio — segurou minha mão, sem querer sentar.— Não sou uma mulher de rodeios. Estou aqui hoje para dar uma resposta à sua proposta, que espero
KATHERINE— Pronto — clap, clap, clap.Sacudi minhas mãos, observando meu bom trabalho.Não ficou impecável, mas estava bastante habitável e decente.Olhei para o corredor, para o bom rapaz que esperava como um aluno diante de sua professora.— Venha, traga a menina, querido — pedi, e o vi se erguer sobre suas poderosas patas traseiras, carregando a pequena com cuidado.Agora que a adrenalina estava diminuindo, as palavras dele no meio da ponte voltaram à minha cabeça.Enquanto o via entrar com certa dificuldade pelo estreito batente e o ajudava, minhas mãos tocaram suavemente seus poderosos antebraços.Elliot disse que essa criatura me ama, como ele... Será que são seres independentes? Não é a mesma coisa? E ele me ama?Assim, sem mais nem menos, tão rápido? Amor para mim é uma palavra muito séria.Nossos olhares se cruzaram, e por uma razão tola, comecei a ficar nervosa.Meu coração falhou uma batida.— Hum — tossi falsamente. — Vamos colocá-la na cama, encontrei alguns lençóis no a
KATHERINECom gestos, entendi novamente que ele queria jogar o tapete dentro do forro de tecido no chão, e a água era para tirar a poeira das frias lajotas.— Eu faço isso — ele rosnou quando tentei ajudá-lo.— Tudo bem, tudo bem, selvagenzinho, está bem...Presenciar aquela cena do grandalhão passando desajeitadamente um pano molhado na área diante da lareira quase me fez rir na cara dele.Uma risadinha escapou ao vê-lo esfregando com afinco, todo concentrado, como uma empregada experiente.Ele então levantou a cabeça para me olhar, ofendido.— Eu… — disfarcei a risada com dificuldade. — Você deixou um pedacinho ali.Apontei para o local onde seus joelhos estavam apoiados, como uma verdadeira patroa... e ele me obedeceu!Hahaha, o Duque Donzelinho... ah, não, não, o Duque Bestinha Faxineira, hahaha...Minhas bochechas doíam de tanto segurar o riso.Essa cena, vou guardar para o futuro, junto com a história dos porcos.O calor do fogo evaporou rapidamente a água.Não sei se foi por su
AVISONeste capítulo há referências a atos um pouco extremos entre o Lycan de Elliot e Katherine, que podem ser interpretados como bestialidade. Se achar que isso pode te incomodar, por favor, pule os capítulos relacionados.*****ELLIOT“Ggggrrr… mmmm, que gostoso, mais, meu amor, me oferece mais… ssshhhh, você tem um gosto divino, pequena… mmm… muito melhor do que sentir você através do idiota do meu humano...”Nem respondi aos insultos do meu lobo, perdido em sua luxúria descarada, devorando os seios da minha mulher.Eu experimentava tudo através das suas sensações e, merd4, isso era tão quente.Eu gemia com ele, sentia a mesma necessidade desesperada de montá-la que Vorath, nosso corpo vibrando e endurecendo.Os baixos gemidos que escapavam de seus lábios entreabertos nos deixavam com o pau cada vez mais firme."Sshhhh… desce mais, mais…" minha voz rouca pedia o que nossos pensamentos impuros ansiavam."Não me diga… mmmm… como devo foder minha fêmea… maldito traidor… sshhhh, abra
KATHERINEMinhas pernas completamente abertas, sentada sobre suas coxas, minha boceta caiu bem em cima daquele eixo duro.— Mmm… — estremeci com o calor que emanava dele, seu rosnado retumbou acima da minha cabeça, suas garras em meus quadris me instigavam a montá-lo de forma mais íntima.Sentia sua luxúria pulsando entre meus lábios abertos.— Sshhh… — gemi, enterrando-me em sua pelagem no peito, inalando aquele aroma de cítricos doces que me levava a desejar loucuras.— Você é muito… muito grande nessa forma, eu não posso… mmm, amor, sshh… tão quente… aahh…Ele começou a guiar meus movimentos, dominando meus quadris, me obrigando a deslizar toda a minha intimidade encharcada para cima e para baixo, espalhando meus sucos naquela pica gigantesca.O pior de tudo é que comecei a fazer isso por vontade própria.Agarrei-me aos seus peitorais e comecei a me esfregar nele, me aquecendo completamente com aquele jogo perverso, apenas com a fricção de nossos órgãos.— Ah, ah, ah… — minha boca
ELLIOTAs investidas começaram a se tornar mais frenéticas, a mão do lycan deslizava mais e mais para trás, se enfiando profundamente na fenda inchada e macia.Um grito rouco e com tons dolorosos nos despertou, Vorath imediatamente se ergueu para ver o fio de sangue escorrendo entre os lábios de Katherine."Não, não, eu a machuquei, machuquei minha fêmea!" — rugiu preocupado, entrando em pânico, tentando se retirar, mas ela…— Não, não para, lobinho, estou bem, não se assuste mmm — levou a mão para trás, acariciando a coxa do meu lycan.— Só não tão brusco… ahh… não para agora, estou perto, amor, me fode mais, me dá de novo… mmm… — sua voz exigente, nos incitando a continuar.Ela mesma se colocou de joelhos, seus dedos acariciando a pelagem, seus cabelos suaves abanando contra o peito de Vorath, enfeitiçando-o com seus gemidos, com seus movimentos sensuais, ainda nos tomando dentro dela, se penetrando.A cabeça erguida e os olhos semicerrados de prazer, mas meu lobo não conseguia esqu
KATHERINEMeu peito ressoava “boom”, “boom”, “boom” com as batidas aceleradas do meu coração.A imagem se tornou tão nítida e real em minha mente.Era lindo, sua pelagem brilhava em um castanho escuro, suas pupilas vermelhas e selvagens pareciam me olhar direto na alma.Fiquei muda por um instante, não sabia o que dizer, jamais pensei que essa presença pudesse invadir assim meus sentidos.“Eu… eu não quis te machucar, querida, só… só gosto demais de você, minha fêmea. Posso parecer intimidador, mas o que aconteceu hoje, o que aconteceu na floresta… eu só sou assim com nossos inimigos,” ele começou a balbuciar em minha mente.Deu alguns passos hesitantes, apesar de ser um lobo poderoso, com uma aura tão agressiva, eu podia ver a incerteza em seus olhos.Coisa linda, tão fofinho e preocupado com meus sentimentos.“Você tem medo de mim? Você… odeia estar emparelhada com uma besta sanguinária?”— Não! — respondi em voz alta — Elliot, diz a ele que não, amor, eu não o odeio.Comecei a resp
VALERIA— Você está... você está certa, Esther? — pergunto com a voz trêmula.Meu coração b**e apressado, cheio de felicidade.— Muito certa, Luna. Você está grávida.— Por que não consegui sentir o cheiro, nem seu pai? — pergunto preocupada.— É muito recente, talvez por isso, dê mais alguns dias e você deverá perceber suas feromonas.Ela responde e eu aceno com a cabeça, com os olhos turvos de lágrimas.Sou a Luna da matilha “Bosque de Outono”.Há três anos me casei com o homem que amo loucamente, apesar de não sermos pares destinados, meu Alfa Dorian.Fiz de tudo para ser a Luna perfeita, o pilar no qual ele possa se apoiar, no entanto, uma sombra opaca meu casamento e era o tema do herdeiro.Nunca consegui engravidar e admito que não compartilho muito a cama com Dorian, mas sei que suas obrigações como Alfa o mantêm muito ocupado e estressado.— Por favor, não conte a ninguém na matilha. Quero surpreender meu esposo.— Fique tranquila, Luna, não direi nada. Parabéns! — ela sorri pa