Capítulo 31 - Preciso Me Reerguer

Virei-me bruscamente, meu coração martelando descompassado e corri para o elevador mas a porta se fechou antes que conseguisse entrar. Um soluço silencioso escapou. Passei a mão pela barriga suavemente, sentindo meus bebês ali comigo.

Eles nunca precisariam conhecer aquela dor.

Fiquei ali, encostada na porta, tentando acalmar minha respiração. Meu coração ainda batia descompassado, cada pulsação ecoando a lembrança amarga do que acabara de acontecer.

Meu pai, Emília, Thomas… Depois de tanto tempo, eles apareceram como se pudessem simplesmente invadir minha vida, como se pudessem apagar o passado com um sorriso falso e desculpas vazias.

Passei as mãos pelo rosto, sentindo o calor das lágrimas que eu me recusava a derramar. Não mais. Eu não daria esse poder a eles.

— Vai ficar tudo bem… — murmurei, mais para mim do que para os bebês. Deslizei a mão suavemente pela minha barriga, sentindo o leve movimento deles. — Eu prometo.

Meu coração gelou. Ele continuava sem acreditar em mim. Sen
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