Capítulo 26

Quase engoli a língua com o que ouvi. Ele continuou me encarando, e não consegui fugir de seus olhos.

–É sim ou não, para meu pedido. –Reforçou e não consegui dizer nada.

Dois meses, pouco tempo para me curar de tudo o que aconteceu. A morte de meus pais, a traição de meu noivo, que por vezes, cheguei acreditar ser uma armação dele. Então, eu caía em mim, que não havia motivo algum para Carlos não me ter. Vendo o homem grande à minha frente, másculo e bronzeado, com o braço preso por uma tipoia improvisada. Um mafioso frio com ficha suja, um passado sombrio me acompanhando nas mesmas dificuldades desde que chegamos a ilha. Por vezes, pensei que havia dois dele, um que queria ser grosseiro, impiedoso e outro que fugia de seu passado e tentava ser melhor. Então, por sua forma agressiva desde que nos conhecemos, compreendia ser essa sua

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