Venha, meu doce protetor

Emma

Eu observei com pesar Henry sair do quarto, me deixando ali com Harriet, ainda me sentia confusa em relação a tudo o que havia acontecido. A última coisa que eu me lembro foi das mãos do Gillies em minha garganta, aquela pressão que tomou conta de minha cabeça, e então a escuridão apareceu. Não sei quanto tempo se passou até a chegada de Henry e o que impediu que me matassem, mas...

Eu estou viva.

— Como você se sente? — Harriet questionou com cuidado.

— Como se um cavalo tivesse caído em cima de mim — Eu respondi com dificuldade.

Minha garganta doía e minha voz parecia mais rouca que o normal.

— É uma boa definição para o que aconteceu — Ela sorriu de forma acalentadora.

Uma criada entrou no quarto e entregou uma muda de roupa branca para a Harriet, ela se aproximou da cama, se sentando na beirada e estendendo uma camisola sobre meu corpo.

— Meus vestidos jamais serviriam em você, mas isso... tenho certeza que ficará bom — Ela colocou uma mecha de cabelo atrás de minha orel
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