CAPÍTULO 6

Eu não sei exatamente quanto tempo eu fiquei no escritório, mas já era noite quando ouvi batidas na porta.

— Posso entrar?

— Agora não, Brenda.

Mesmo contra a minha vontade, ela entrou.

— Droga, eu deveria ter trancado a porta.

Ela estava muito sexy, o vestido que ela estava usando era o meu preferido, e claramente ele estava disposta a me fazer mudar de ideia.

Quando ela se aproximou de mim, o cheiro doce do perfume dela impregnou no meu nariz, e eu amava aquele cheiro.

Ela sentou no meu colo, e eu não tive reação nenhuma de impedi-la. Seus braços envolveram o meu pescoço, e ela ficou com os lábios bem próximos dos meus, enquanto me encarava com aqueles olhos profundos que foi o maior motivo da minha perdição.

— O que você pretende, Brenda?

— Preciso que você me dê apenas 15 dias, eu vou mostrar para você que o nosso casamento tem conserto.

— Você teve três anos.

— Por favor, eu só te peço mais 15 dias.

Ela encostou os lábios nos meus e iniciou um beijo que eu fui incapaz de resistir, aquele era exatamente o efeito que ela causava em mim, o poder de sedução da Brenda estava acima do que eu considerava comum.

O beijo foi se intensificando, e foi inevitável ficar duro. Ela percebeu, se levantou do meu colo, sentou em cima da minha mesa, abriu as pernas e me encarou com aquela cara de safada selvagem que somente ela sabia fazer.

Meu instinto não permitiu que eu ficasse só olhando, então eu me levantei, tirei a calcinha dela, abri a calça, coloquei o meu pau pra fora e a penetrei, sem preliminares, sem o romantismo de sempre, ali só havia o desejo.

Eu fechei os meus olhos, e a imagem da Zoe apareceu na minha mente, mais fui impedido de aprofundar meus pensamentos pelos gemidos da Brenda, que tomaram de conta do ambiente.

Enquanto eu entrava e saía da buceta da Brenda, eu a encarei, ela também estava com os olhos fechados, eu prestei atenção nos detalhes do rosto dela, e por um breve momento eu pensei que ainda existia amor da minha parte, pois imaginar outro homem fazendo aquilo que eu estava fazendo me deixava com raiva.

— Olhe pra mim, Brenda.

Ela abriu os olhos, e eu a segurei pelo pescoço, enquanto fodia ela ainda mais forte.

— Você me ama?

Aquela pergunta a pegou de surpresa, era incomum um homem perguntar aquele tipo de coisa na hora do sexo, mas eu precisava saber.

— Amo.

— Então prove.

Eu soltei o pescoço dela e em seguida saí de dentro dela, e simplesmente me afastei.

— O que foi? Porque se afastou?

Eu coloquei o pau para dentro da calça, e caminhei em direção a porta.

— Então é isso? Você não termina o serviço, e me abandona como se eu fosse uma prostituta?

— Mas é exatamente como uma que você age, Brenda. Eu comi você por três anos e te paguei com objetos caros, você sempre tratou sexo como uma troca, e somente agora eu percebi isso. Vou te dar os 15 dias apenas por desencargo de consciência, mas duvido muito que esses dias demonstrem algo diferente do que eu vi durante esses três anos.

Eu saí do escritório e fui tomar banho, eu precisava me desprender de todo o desejo que eu estava sentindo de passar a noite toda trepando com a minha esposa, e a água fria me ajudou com isso.

Eu deitei na cama após o banho e ignorei a minha fome, eu não queria mais correr o risco de ser novamente influenciado pelos golpes muito bem calculados da Brenda, eu não vi a hora que ela deitou na cama, eu simplesmente apaguei e acordei no dia seguinte.

Quando eu vi a hora, eu praticamente pulei da cama, se eu tivesse dormido só mais um pouco, eu teria perdido a hora.

— O que deu em você? Que pressa é essa?

A Brenda perguntou ao acordar com a minha agitação, eu não a respondi, eu queria não dar abertura para ela entrar de novo no assunto do trabalho ou da suposta bolsa.

— Não vai me responder?

— Não.

Falei indo direto para o banheiro.

Quando eu saí do banho, ela já não estava mais no quarto, então eu tive paz ao me vestir. Eu me apressei ainda mais pois queria que desse tempo de eu fazer um café e tomar, mas ao chegar na cozinha, a Brenda já havia preparado, e aquilo era raro.

— Obrigado, você me ajudou muito fazendo isso por mim hoje.

— Por nada.

Eu tomei o café em silêncio, eu sabia que aquele comportamento era somente uma forma de me manipular, mas eu queria ver até onde ela iria, eu queria pagar para ver.

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