Leon dirigiu em silêncio, com Lucie ao lado dele. E enquanto admirava o belo rosto da sua esposa, percebeu o quanto a manhã de Paris estava radiante.— Onde estamos indo? — Lucie perguntou, quebrando o silêncio.— Para outra mansão — Leon respondeu, sorridente. Afinal você precisa trocar de roupa para ir à universidade não?Lucie arregalou os olhos, havia esquecido como estava vestida então sorriu e disse. — Você tem razão! Eu não sabia que você tinha outra mansão aqui em Paris, quer dizer até a poucas horas atrás.Leon sorriu novamente e disse:— Sim, é mais simples e discreta. Não é como a mansão Durand.Lucie sorriu e pensou: “Como sempre ele está sendo modesto, a mansão é enorme eu vi”— Você é um homem de muitos segredos, não é? — falou ela de forma séria enquanto cruzava os braços aborrecida.— Talvez. — respondeu Leon sorrindo, ela sabia o quanto Lucie era desconfiada com ele por isso disse:— Mas hoje, assim como te prometi, contarei a você toda a verdade.— Ótimo Leon, est
Assim que as aulas dela acabaram, Lucie ligou para Leon, lhe perguntando se ele realmente iria buscá-la, Leon sorriu feliz por ela se lembrar de sua promessa e deixou tudo que estava fazendo só para ver a sua esposa, porém o que ela falou lhe deixou aborrecido.— Pode me esperar atrás da universidade? — pediu Lucie.— Por quê? O que está acontecendo? — perguntou Leon, sentindo raiva e ciúmes.— Nada, é só que... — hesitou Lucie.— Lucie… O que está acontecendo? — insistiu Leon.— Você vem ou não Leon?! — perguntou ela impaciente.— Está bem, como quiser — respondeu ele, rapidamente.Então, assim como ela pediu, ele a esperou atrás da universidade, mas seu cérebro começou a imaginar coisas. "O que ela está escondendo? Espero que Lucie tenha uma boa explicação para isso tudo", pensou ele aborrecido.Quando Lucie chegou ao carro, Leon estava com uma expressão séria.— O que você está escondendo Lucie? — perguntou Leon, com ciúme na voz.— O que você está insinuando? — respondeu Lucie, su
Leon suspirou pesadamente, ficando repentinamente com o rosto sombrio. Abaixou a cabeça, como que tentando achar as palavras certas, portanto disse:— Sei que você quer saber o porquê de ter sido Máxime que apostou você e não eu.— Sim, gostaria de saber, e você não faz idéia do quanto — respondeu Lucie.Olhando novamente de forma séria para ela, Leon foi direto:— Porque não estava aqui no país quando seu pai fez a aposta, além do mais, eu nunca joguei pôquer, nem nunca sequer entrei em um dos cassinos dele.— Como, mas na noite que você me viu pela primeira vez, você não me disse que estava exatamente em um cassino de seu pai? — perguntou Lucie.— Estava na garagem, tentando criar coragem para entrar. Precisava falar algo muito importante para ele, no entanto, fui atraído por sua beleza e inocência, e tudo o mais perdeu o sentido de urgência — disse Leon.Depois pondo uma mecha de seus cabelos para trás para poder olhar nos olhos de Lucie continuou:— Meu pai descobriu que eu estava
Lucie viu que ele estava chorando e se tremendo, como se estivesse revivendo as cenas de horror que presenciou ainda menino.Ela aproximou-se e o abraçou falando:— Por favor, Leon, não precisa continuar se isso te doi tanto! — disse Lucie.— Não, meu anjo, preciso continuar. Preciso por fora toda essa história sórdida. Nunca havia contado nada a ninguém. Preciso me livrar desse peso, pois ainda ouço os gritos daquele homem e daquela mulher em meus ouvidos — respondeu Leon então continuou:— No porão me escondi e vi o que nenhum garoto de dez anos jamais deveria ver em sua vida — disse Leon, apoiando suas mãos nas costas de sua cadeira.— Depois de tudo o que ele fez ao casal, Máxime deu instruções aos homens, que colocassem os dois no carro e os jogassem do barranco para parecer que foi um acidente. Desde aquela noite, jamais tive um só momento de paz em minha vida, até que vi através de um vidro fumê, um anjo que Deus colocou em meu caminho para me redimir do meu pecado de jamais te
Leon estava observando Adriana e Rafael eram realmente pessoas maravilhosas, e Lucie fazia um lindo dueto com Adriana em beleza e meiguice. Ela também parecia uma fada ruivinha e aparentemente Kassiane também adorava ela. Leon gostou também de Rafael, pois ele era um jovem muito determinado, tinha entre dezenove a vinte um anos e excelentes expectativas quanto a seu futuro. Leon passou a conversar com Rafael sobre o seu trabalho, e Adriana então perguntou sobre o pai de Lucie, a quem ela também gostava bastante. — E então, como está o nosso coroa? — perguntou Adriana. — Nada bem, liguei para a clínica e ele não quis me atender. — Falou Lucie triste — Eu sei o quanto está sendo difícil para ele, mas afastar-se de mim vai ser muito pior, queria lhe pedir desculpas e dizer pra ele que não o culpo mais de nada, mas ele mesmo não se perdoa, e isso está acabando com a sua sanidade. — Amiga, você já tentou falar com ele pessoalmente? — perguntou Adriana. — Ainda não, não suportari
Ao chegar ao quarto, ambos já estavam completamente dominados por um desejo intenso e incontrolável. Ele a colocou suavemente no chão, seus olhos brilhando com uma mistura de amor e luxúria. Antes que ela pudesse dizer algo, seus lábios se encontraram em um beijo avassalador, tão intenso que Lucie sentiu seu corpo pegar fogo. Ele, ofegante e com a voz rouca, sussurrou:— Par Dieu (Por Deus), Lucie! Seu perfume… ele me enlouquece de uma forma que não consigo explicar, minha fada irresistível!O quarto estava envolto em uma penumbra quente, iluminado apenas pela luz suave do abajur nas laterais da cama. As sombras dançavam nas paredes, criando um clima íntimo e misterioso. O vento lá fora sussurrava contra as janelas, como se a natureza estivesse ansiosa para testemunhar o que estava prestes a acontecer. Leon e Lucie, porém estavam completamente alheios a isso, imersos em um desejo que parecia consumi-los por completo. Gemendo seu nome a cada toque, sentia
Antes que ela pudesse responder, ele desceu seus beijos e lambidas em direção à sua intimidade, arrancando mais gemidos de prazer dela. O quarto parecia responder novamente; as sombras nas paredes se moviam mais rápido, e o vento lá fora voltou a uivar, como se estivesse em sintonia com ambos novamente. Ao tocar seu ponto mais sensível, ela soltou um gemido rouco, pois ainda estava extremamente sensível. Ele sorriu e sussurrou:— Deliciosa… como sempre imaginei.Ele sugava, lambia e brincava com seu clitóris, arrancando gemidos de prazer de Lucie, que se segurava no lençol. Leon, então, sugeriu:— Posso te ensinar um lugar melhor para segurar, pequena… — Ele pegou suas mãos e as guiou por seu corpo, fazendo-a tocar cada parte dele. Lucie sentiu a rigidez e a força de seus músculos, e ao descer até seu membro, soltou um suspiro ao sentir sua pulsação em suas mãos pequenas.— Oh! É… grande! — ela disse, involuntariamente, surpresa.Leon deu
Porém, ela não parou continuou a se mover sobre ele, Leon sorriu mordendo os lábios, pois imaginou que a sua pequena era simplesmente insaciável, por isso ajudou ela nos movimentos, no entanto notou que Lucie começou a falar algo, que para ele pareciam palavras totalmente incoerentes, uma mistura de gemidos e sussurros que soavam quase como uma invocação. — Selēnē... theá tēs selēnēs... photízō tēn agápē… (Selene… deusa da lua… ilumina nosso amor…) Lucie murmurou, estas palavras ecoando com uma estranha musicalidade. — Giortázō ti zoí... giortázō tin agápē... me ton ándra pou agapó… (Celebra a vida… celebra o amor… com o homem que eu amo…) Leon parou por um instante, surpreso com as palavras que saíam da boca dela. Era grego ele tinha certeza daquilo, enquanto olhava para ela, percebeu seus olhos brilhando com uma luz estranha, quase sobrenatural. A íris de Lucie, antes de um tom suave, agora brilhava, como se refleti