>ESTELA<
Eu andava de um lado para o outro em meu quarto, meus saltos batendo firmemente contra o chão velho de madeira. Meu cérebro trabalhava a mil por hora, processando tudo o que Hugo me disse.“Vinte anos. Jovem, bonita, morena, cabelos cacheados.”Foi só quando conectei esses detalhes a algo familiar que parei abruptamente, a caminha que eu fazia a horas. Meus olhos se arregalando em um misto de choque e fúria.Não podia ser. Não tinha como, mas era muita coincidência para ignorar.Peguei meu celular e digitei rapidamente para o idiota.Estela: “Quero uma foto de Elizabeth”Aguardei um retorno que veio depois de vinte e três minutos. Eu estava contando nos dedos cada milésimo de segundos.Hugo: “Por que?”Estela: “Só faz o que eu estou te mandando”Sem retorno, o filho da puta estava me provocando. Dez minutos sem resposta, enviei outra mensagem, a qual ele respondeu imediatamente.Estela:”AGORA???”Hugo:”Hahaha”Então e>HUGOEu estava sentado em um bar discreto, na rua de frente para a casa de Elizabeth, girando o copo de cerveja barata entre os dedos, mas minha mente estava longe dali.Eu pensava nela.Elizabeth.Sorri com escárnio balançando a cabeça.- Filho da puta sortudo.Patrício sempre com as melhores. Melhores roupas, melhores casas, melhores carros, melhores notas… melhores mulheres. Mas essa seria totalmente minha.- Como que pode? - murmuro pra mim mesmo.- Falou comigo senhor? - O rapaz do bar me perguntou, eu apena lhe lancei um olhar afiado em resposta. Ele levantou a mão em sinal de rendição e voltou para os clientes.Desde o momento em que vi Elizabeth sair do banheiro privativo na sala de Patrício, com os cabelos molhados caindo em ondas soltas sobre os ombros, eu soube que aquela garota não era como as outras mulheres que passaram pela vida daquele babaca.Ela era diferente.Jovem, linda, com aquela pele morena reluzente e a
>HUGOEncostei-me discretamente, assim como fiz no primeiro dia, em um poste de luz, mantendo uma distância segura da entrada da casa onde Elizabeth morava.Eu havia passado os últimos dias seguindo cada passo dela, aprendendo sua rotina, seus horários, seus hábitos.Ela ainda não tinha me notado. Embora às vezes pareça estar desconfiada.Elizabeth saía de casa sempre no mesmo horário pela manhã, às sete e meia, os fones de ouvido no volume alto, distraída.Patrício a pegava duas quadras depois.Às vezes ela saia alguns minutos mais cedo de casa, provavelmente para despistar os pais e geralmente sentava no banco de um ponto de ônibus e olhava o celular o tempo inteiro. Às vezes sorria enquanto digitava — provavelmente falando com Patrício, antes de chegar.Apertei os punhos, irritado.Era impressionante o quanto ele sempre tinha o que queria.Mas eu faria sua sorte mudar.Volto a olhar, dessa vez para a janela do seu quarto. Ela tinha ac
>PATRÍCIOAinda não havia rotulado o meu relacionamento com a Liz, mas sentia que estava chegando o momento para isso e sentia que ela queria isso.Liz não me disse claramente, mas a espectativa em seus olhos me dizia tudo.Eu a observava do outro lado da mesa em minha sala. Ela estava concentrada, os dedos ágeis digitando algo no notebook, a testa levemente franzida.Eu adorava vê-la assim, tão entregue ao trabalho, tão natural ao meu lado. Ela estava se soltando cada vez mais e nossa relação estava cada vez melhor.Mas eu queria mais.O fim de semana se aproximava, e depois dos últimos dias caóticos, sentia que precisávamos de um tempo longe de tudo. Longe do escritório, longe de Hugo, longe de Allan e do trabalho.Apenas Liz e eu.Eu me levantei da cadeira e caminhei até ela, apoiando as minhas mãos na mesa e inclinando-me levemente. Liz ergueu os olhos, surpresa com a proximidade repentina.- Preciso de você este fim de semana. - disse s
>PATRÍCIOLentamente desci e fiquei de joelhos entre suas pernas, alisando suas coxas, fazendo seu corpo se arrepiar. Liz prendeu a respiração largando o notebook.Ela não me impediu.Meus dedos subiram por suas coxas enganchando em sua calcinha e arrastando-a para baixo do vestido.- Gostosa - Murmurei admirando sua boceta, beijei a parte interna da sua coxa fazendo sua pele se arrepiar novamente. O olhar avaliador e o sorriso bobo em seus lábios me deixaram ainda mais excitado - Perfeita!Subi seu vestido justo, tirando-o deixando ela completamente nua. Peguei Liz pela mão e a sentei em cima da minha mesa.Comecei a beijar sua barriga e fui subindo, até chegar aos seus lábios. O beijo se tornou urgente e voraz; me encostei mais para que ela pudesse sentir a enorme ereção pressionando seu sexo.Enquanto uma das minhas mãos segurava seu rosto, a outra brincava com sua boceta molhada. Ela alisou minhas costas com as unhas longas.Eu esfreguei me
>PATRÍCIO< Percebi sua mão descer até chegar em seu clitóris, ela massageou a região lentamente antes de descer e inserir dois de seus dedos em sua boceta. Ela soltou um gemido abafado me deixando louco com a visão dela me chupando e se masturbando ao mesmo. Eu enfiei os meus dedos em seus cabelos e direcionei os movimentos como se estivesse fazendo sexo com a sua boca. Ela acompanhava o meu ritmo enquanto chupava avidamente. Não chegava a ser selvagem, mas as lágrimas brilhavam em seus olhos devido ao esforço, Liz tentava me levar inteiro, mas não conseguia por causa da minha extensão e espessura. Sua mão trabalhou rapidamente em sua entrada apertada e molhada, seus gemidos se intensificaram. Em meio a isso, eu falava palavrões incompreensíveis e ela continuava chupando, me masturbando e se masturbando com ritmo e vontade. Quando eu aumentei as estocadas e senti meu pau tocar o fundo da sua garganta, ela começou a massagear minhas bolas, mantendo-o quase todo em sua boca. Sen
>ELIZABETH< Não podia acreditar no que fiz hoje, fazia algo tempo que eu queria testar o sexo oral em Patrício mas estava sem coragem. Mas hoje eu finalmente fiz. Nós fomos ao seu hotel, tivemos mais algumas rodadas de sexo gostoso, antes dele me deixar em casa com um sorriso nos lábios e o celular já em mãos, pronta para fazer uma vídeo chamada com Bianca e Inocência. Eu precisava contar a novidade. Assim que a chamada se conectou, as duas apareceram na tela. Bianca estava de pijama, deitada na cama, enquanto Inocência estava na cozinha, provavelmente preparando um chá. — Esse sorriso tá suspeito… — Bianca perguntou estreitando os olhos, desconfiada. — Ou foi um ótimo dia de trabalho, ou o chefe bonitão fez algo interessante. — Disse inocência com um sorriso de lado. Eu ri e me joguei na cama, animada. — Não só fez algo interessante… ele me convidou para passar o fim de semana na casa de praia dele! As duas ficaram em silêncio por um segundo, assimilando a informação. Então,
>ELIZABETHNaquela tarde de sexta, Patrício me liberou mais cedo, segundo ele para eu me preparar pois íamos sair no sábado bem cedinho.Eu aproveitei para ir fazer compras com as meninas.Às vezes eu sentia como se alguém estivesse me olhando, mas sempre que eu procurava, não encontrava nada além de pessoas normais, nos seus dias normais.Eu estava começando a pensar que tudo era coisa da minha cabeça.Embora a sensação de estar sendo seguida não me abandonasse. Eu estava animada, mas também um pouco nervosa. Eu sabia que o fim de semana na casa de praia de Patrício não era apenas uma simples viagem. Era uma oportunidade de aprofundar ainda mais o relacionamento entre nós, e eu queria impressioná-lo.Bianca e Inocência haviam se oferecido para acompanhá-me até o shopping para escolher as roupas certas. As duas estavam completamente envolvidas na missão de montar o visual perfeito para “Liz impressionar o chefe” — e, quem sabe, mais do que isso.
>ELIZABETH< Depois de escolher os vestidos e roupas para o fim de semana na casa de praia com Patrício, Bianca e Inocência me arrastaram para uma loja de biquínis e lingerie. Eu tentava disfarçar minha ansiedade, mas a ideia de estar tão exposta e vulnerável diante de Patrício me fazia sentir um misto bom de ansiedade e excitação. — Esse aqui. Clássico, elegante e sexy na medida certa. Ele não vai conseguir tirar os olhos de você. — Bianca disse pegando um biquíni fio-dental preto e segurando na frente minha — É... bem pequeno, né? — disse, olhando para o biquíni, hesitante — Ué, e desde quando isso é um problema? Até onde eu sei, não há nada aí que ele ainda não tenha visto. — Embora o que Bianca disse fosse uma verdade, meu rosto esquentou de vergonha. — Se Patrício não tivesse intenções safadas com você, ele não teria te convidado para um fim de semana na casa de praia. Bem provável ele nem mesmo deixar você usar roupa Bianca continuou, dando de ombros, sorrindo maliciosamente