CAPÍTULO XXI

Atravessei para o outro lado e meus passos ressoavam ocos em um chão escuro, terroso e ecoou durante alguns segundos. 

O portal se fechou em dois segundos e o bebê em meus braços começou a chorar. Balancei-o carinhosamente e um aperto se formou em peito. Não sabia explicar a desolação que subiu por minha mente, como uma terrível dor. Senti uma leve mão arranhar minha garganta e respirei fundo, apertando Donn que estava inquieto em meus braços. 

Levantei o rosto e estava em uma caverna subterrânea profunda e escura. Só não era mais escura pela luz intensa de meu elo. Lembrava vagamente daquele esconderijo e eu deveria estar um ou dois quilômetros além da entrada escondida por magia. Intensifiquei a luz, tornando as paredes irregulares de pedra cinza ch

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