Yasmin Ayala — Eu vou chupar você minha raposinha— Aleksey decreta antes de cair de boca em minha boceta. Seus lábios quentes e grossos, chupam a minha boceta de forma ávida e desesperada, a sensação é bem melhor do que eu imaginava, não pensei que pudesse ser tão bom. Um grito desesperado e gutural sai de dentro de mim, eu não sabia que tinha como melhorar o que estou sentindo, mas Aleksey acrescenta um dedo dentro de mim, explorando as minhas dobras junto com os seus lábios. — Aleeeek! Aaah! Oh! Meu Deus — meu grito é tão desesperado que toma conta de todo o meu sistema. Minhas mãos ganham vida própria e eu puxo os cabelos dele, quando a sensação se torna insuportável para mim. — Você só vai gozar com o meu pau dentro de você lisitsa¹— Aleksey sussura se afastando das minhas dobras, ele é tão malvado comigo que não sente pena do meu desespero. —Aleeek! Ah! Aleksey — viro a cabeça de um lado para o outro na cama.Acordo abruptamente, ofegante e com o coração acelerado. O son
Aleksey Markovic — Aleksey! Oh meu Deus, não pára — o grito estridente invade o meu quarto. Saio correndo do meu quarto com o coração palpitando, pensando que alguma coisa pode ter acontecido com ela. Invado o quarto dela, assim que abro a porta, a imagem que vem a minha frente é surpreendente erótica e porra! Vou enlouquecer com isso. Yasmin está com as pernas completamente arreganhadas, com a mão direita entre suas pernas. Ela parece estar tendo um sonho molhado comigo e está se tocando de forma involuntária, como se estivesse num transe erótico. —Aleeek! Ah! Aleksey — Yasmin grita apertando os lençóis na cama, parece que ela está prestes a gozar. Meu pau incha dentro da calça, porra! É a imagem mais erótica que já vi na vida. Seus lábios inchados, seu cabelo desgrenhado, suas pernas abertas e seus movimentos ávidos. Uso todo o meu autocontrole para sair do quarto. Volto para o meu com bolas rochas, não vou me tocar, me recuso a fazer isso, não sou um adolescente, ela vai pagar
Yasmin AyalaEu bato freneticamente no vidro do carro, a angústia e o desespero crescendo dentro de mim.—— Me deixa sair daqui, me deixa em paz! —— grito, minha voz falhando enquanto luto para manter o controle.Aleksey não responde. De repente, sinto seus lábios colidirem com os meus, sem me dar tempo para processar ou resistir. Meu corpo inteiro fica tenso, e eu tento resistir. Tento. Mas quando sua língua invade minha boca, algo em mim cede, como se o peso do que sinto me arrastasse para o fundo. O gosto dele é avassalador, e, antes que eu possa pensar em mais nada, estou retribuindo o beijo, como se a necessidade de respirar fosse secundária.Seu toque é insistente, suas mãos explorando cada pedaço do meu corpo com uma fome que eu também sinto, mas tento ignorar. Um gemido escapa de mim involuntariamente, meus dentes capturando seu lábio inferior em um momento de frustração e desejo.Eu deveria detê-lo. Eu deveria gritar, sair correndo, fazer qualquer coisa para fugir dessa loucu
Aleksey Markovic Hoje o dia está maravilhoso, não acham? Sentindo uma satisfação que há muito tempo não experimentava. Meu corpo está leve, meus pensamentos claros, e uma sensação de vitória me preenche. Tudo saiu melhor do que eu esperava. Ontem à noite, Yasmin se entregou de uma forma que eu não podia ter planejado melhor. Ela estava vulnerável, confusa, e eu soube exatamente como agir. Sempre soube, principalmente depois do que ouvi no quarto dela e o facto de ter escutado todas as confissões dela para o padre. Levanto-me da cama em silêncio, tomando cuidado para não acordá-la. Do outro lado do quarto, Yasmin ainda dorme, os lençóis cobrindo metade do seu corpo, os cachos espalhados pelo travesseiro. Um sorriso lento se forma nos meus lábios. Foi fácil. Mais fácil do que eu imaginava. Ela já está esquecendo o que fiz, as ameaças aos pais. Agora, ela está aqui, confiando em mim, sem sequer perceber o quanto a manipulei.Vou até a cozinha, preparando um café simples — forte, do jei
Yasmin AyalaPassam duas semanas desde que eu e Aleksey resolvemos tentar ter um relacionamento, confesso que não está sendo, ele é intenso demais, gostoso demais. Mas acima de tudo, ele é muito controlador. Não me deixa falar com pessoas do sexo oposto, fica irritado quando não chego na hora marcada em casa e me obrigou a deixar o meu trabalho na lanchonete. Ele está sendo muito insuportável. Mika, diz que esses são sinais de um relacionamento abusivo, mas eu prefiro não pensar assim, apesar de ser muito bipolar, ele é um cavalheiro também. Ele faz tudo, ele respira por mim. — Está atrasada — Aleksey informa assim que abro a porta da sala, ele está sentado no sofá da sala, está assustadoramente sexy. — Desculpe-me tive um contratempo no caminho para casa, mas já estou aqui — retruco me aproximando dele. Coloco as minhas mãos ao redor de seu pescoço e roubo um beijo dele, eu tinha intensão de dar um beijo simples nele, mas com Aleksey, nenhum beijo é simples, sempre se transforma u
Aleksey MarkovicAinda sinto o calor da noite que passei com Yasmin. Cada toque, cada sussurro naquela madrugada, permanece vivo na memória, como se os lençóis tivessem absorvido a própria essência do nosso amor. Enquanto o amanhecer despontava timidamente sobre São Petersburgo, eu me encontrava imerso em pensamentos que mesclavam o êxtase da paixão com a fria determinação que o meu mundo exige. Afinal, não há tempo para devaneios quando se carrega o fardo – e o privilégio – de ser o haquer da Bratva e o braço direito do destino, sempre ao lado do Pakhan Aleksander Petrov.Ainda envolto na aura de Yasmin, caminhei até a sala de reuniões da minha mansão, onde Ruan, meu fiel aliado e confidente, já aguardava. Seus olhos, sempre atentos e calculistas, demonstravam que ele estava pronto para receber as instruções que selariam o rumo do nosso próximo capítulo. Com um leve sorriso que disfarçava a seriedade do momento, falei:.— Ruan, hoje a noite foi uma vitória dos sentidos, mas o dia nos
Yasmin Ayala Acordo cedo naquele dia cinzento de São Petersburgo. O relógio na parede sussurra os primeiros instantes do amanhecer, e meus pensamentos se misturam entre o cansaço da noite passada e a inquietação que me acompanha desde que me mudei para a casa de Aleksey. Embora ele tenha me proibido de voltar a trabalhar na lanchonete de Mona, a lembrança daquele lugar, com seus aromas de café fresco e o barulho animado das conversas, me chama com uma força que não consigo ignorar. Sinto uma necessidade urgente de reatar com a minha antiga rotina, de provar a mim mesma que ainda sou dona do meu destino.Enquanto me preparo, o sol tímido penetra pelas janelas da casa, desenhando sombras delicadas sobre os móveis. Cada gesto meu carrega a marca de uma revolta silenciosa: a vontade de ser livre, mesmo sob as ordens do homem que agora divide meu lar. Aleksey pode comandar impérios, mas não consegue controlar as minhas escolhas. Hoje, decido que vou, sim, seguir para o trabalho na lanchon
Aleksey Markovic Faz dias que estou planejando por este momento, hoje Yasmin será minha, de hoje não passa, hoje eu vou comer a boceta dela. Hoje eu vou reclamar o que me pertence por direito.— Aleksey, o que é isso? — Yasmin parece apreensiva e com medo.— Hoje minha raposinha, você vai conhecer um lado meu que nunca viu, hoje eu vou reclamar a sua virgindade — sussuro me aproximando dela. — Você quer a minha virgindade? — Yasmin faz uma cara de inocente ao me encarar e se aproximar de mim. — Quero, quero muito — concordo me aproximando dele. — Então, venha buscar — Yasmin adora se fazer de inocente. — Muito bem, Yasmin. Se é isso que você deseja, eu vou entrar no jogo — Eu começo, minha voz assumindo um timbre rico e autoritário, condizente com o caráter dominante que ela adora e me atribuiu. — Você se encontra em uma posição bem precária, não é? Sozinha com um homem que tem seu destino em suas mãos, depois de voluntariamente assinar sua inocência para ele. — Nós dois sabe