Capítulo 22

A carruagem cercada de barras sacolejava pelas ruas de Londres, e Amie fazia o que podia para se segurar e não cair do banco tosco. À sua frente, um calado Abraham Grant, já recuperado da bebedeira, fitava o chão.

O veículo parou com um solavanco e imediatamente as portas foram abertas por dois guardas uniformizados. Estavam em um beco formado por três prédios novos, em alguma parte da capital inglesa.

Um par de portas de ferro foi aberto e os prisioneiros conduzidos para dentro. Lá, uma mulher vestida de negro, a quem Amie reconheceu como sendo Sylvia Porter segurou-a pelo braço e a levou para a ala contraria à que Grant estava sendo conduzido.

—Está tudo bem, Amie? – Sylvia perguntou baixinho, enquanto abria as algemas, ao que a moça assentiu. – Terá de esperar um pouco antes de ir para casa, temos de ter certeza de que seu depoimento não ser&aacu

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