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Freya me guia pelas ruas enfeitadas de Nova Orleans até sua casa. O dia das bruxas se aproxima na mesma velocidade em que as folhas das árvores caem alaranjadas e marrons para o concreto do asfalto e os humanos se recusam a perder tal comemoração, o que, é no mínimo contraditório quando analisamos a diferença de suas crenças religiosas com a verdadeira origem pagã do halloween. Hipócritas! Penso ao guiar o carro pela rua estreita cheias de cortiços coloridos franceses, decoradas com correntes de flores sazonais entrelaçada nas vigas de metais das varandas. Samambaias pendem dos tetos e luzes penduradas iluminam a manhã nublada, chuvosa e melancólica.

Estaciono de frente à casa da bruxa e descemos para a rua, o Jazz ecoando ao fundo, vindo de algum dos apartamentos acima. Seguimos Freya pelos curtos degraus de entrada e ela destranca a porta de madeira com um quadrado de vidro craquelado em várias cores na altura de nossas cabeças. Entramos para um interior

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