146. Monstros a solta, parte 8

Valentina

— Faz um tempo que não temos que agir tão próximas uma da outra — fala Aleksandra mantendo uma calibre doze em suas mãos com muita precisão, atirando em qualquer um que se mexa do seu lugar antes que peça para continuarem. — Também não me lembro de ter lidado com pessoas tão ridículas.

— Infelizmente, é assim que é nesse mundo — responde Ivanna, mantendo o rifle de precisão contra o seu peito.

Sinceramente, não tenho ideia de quantos derrubou com as suas balas, mas o que eu poderia dizer quando há tanto sangue escorrendo pelas lâminas das minhas catanas?

— Vocês não podem apenas deixar que a gente passe? Quem sabe entregar o que viemos buscar — profere Aleksandra.

A sua voz alterada pela máscara faz com que os sujeitos tentem prestar a at

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