150. O que planejaram em silêncio, parte 4

Roksana

— Não parece ter notado que, do jeito que está indo, teremos que atirar em você antes que diga o que quer — avisa a mais baixa de novo antes que outro tiro soe. — Acredita que está indo bem por esse ser seu território?

As vozes modificadas também começam a me injuriar. Não posso ver os seus rostos, não posso as identificar por suas vozes, ainda assim estou me mantendo no plano e elas querem sair dele como se pudessem. Estão mesmo ponderando erradamente sobre a situação em que estão.

— Sabendo que viriam até aqui porque são leais como cadelas, fiz um acordo com o Coveiro. Disse que poderia dar a ele alguma diversão caso concordem com o que tenho em mente — profiro. Não posso apenas entregar tudo o que Iuri quer, preciso me resguardar.

Tenho que continuar tendo vantagem, po

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